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sábado, 29 de outubro de 2011

Horror numa rua chinesa: uma nação desperta para sua crescente desumanidade.


Décadas de comunismo, planificação cultural, abortos forçados e rapto de bebês considerados “excedentes” pelos agentes do estado chinês não produziram a “nova humanidade” sonhada por todos os revolucionários. Criaram apenas uma geração de pessoas desnaturadas, frias e brutalmente egoístas.



Os chineses acabaram de perceber de relance a crescente desumanidade de sua sociedade, e eles estão revoltados com o que estão vendo. Mas o horror capturado num recente vídeo de circuito fechado numa rua chinesa é nada mais do que um microcosmo da desumanização sistemática das crianças da China que está em andamento há décadas, por meio da cruel “política de um só filho” da China.
O vídeo mostra uma criança muito pequena que se perde numa rua, é atingida por um van, que prossegue depois de parar brevemente, deixando-a como morta.


Mas o motorista da van não é o único vilão da cena. A câmara captura mais dez minutos de indiferença assustadora enquanto um pedestre após outro passa pela criança, que está no chão morrendo de hemorragia diante dos olhos deles. A criança foi atingida por uma segunda van, que também prossegue seu caminho.

Uma mulher pobre que coleta lixo reciclável acaba ficando comovida e dá uma parada para ajudar a menina. Ela corre até os pais dela, que apressadamente a levam a um hospital, onde ela permanece de coma.
O vídeo está circulando na China, exibido repetidamente na televisão e na internet, provocando indignação e exame de consciência. Suficiente é citar Eunice Yoon, correspondente da CNN na China, que comentou que “Muitas pessoas estão discutindo o que percebem como uma perda de moralidade na sociedade chinesa”.


“Muitas pessoas dizem que a China está há anos tendo um crescimento econômico acelerado, mas alguns observadores vêm apontando que o sistema educacional chinês realmente falhou nesse ponto, que fracassou ao não enfatizar e reforçar a necessidade de se respeitar a vida humana, numa época em que 1,3 bilhão de pessoas estão realmente clamando e com pressa para subir a escada social e econômica”, acrescenta Yoon.


Se os chineses desejam descobrir o poço envenenado do qual o país está bebendo, eles não precisarão olhar muito longe. Tais cenas de horror são comuns em todo o país e se repetem numa base diária, em “clínicas” governamentais onde crianças são abortadas a força ou pela decisão dos pais sob coerção, os quais são obrigados a se submeter à “política de um só filho” da China.


Conforme uma recente reportagem de LifeSiteNews, há uma ausência surpreendente de quatrocentos milhões a menos de bebês, que não nasceram, desde o início da cruel política da China de um filho só e abortos forçados.


Essa política permite que famílias tenham apenas um filho se vivem numa cidade, e dois se vivem no campo. Aqueles que desafiam a lei e concebem e não fazem o aborto do segundo ou terceiro filho são multados, surrados e até assassinados pela polícia, conforme ativistas de direitos humanos frequentemente documentam. Seus filhos são então abortados a força.


O fato de que a criança no vídeo era uma menina não deveria causar surpresa a ninguém. A política de um filho só tem levado à devastação das mulheres, pois as famílias tipicamente preferem um menino em vez de menina, e praticam aborto por seleção sexual em escala de massa. De acordo com C-Fam, a proporção de meninos para meninas na China alcançou 120/100, e nas áreas rurais, até 130/100.


Em alguns casos, quando bebês “excedentes” nascem, as autoridades governamentais os raptam de seus pais, e então os vendem no mercado negro. Mulheres nas áreas rurais estão sendo enganadas e levadas a casamentos arranjados usando ofertas fraudulentas de empregos nas áreas urbanas. O tráfico de sexo está aumentando, e a homossexualidade também.


Embora a economia da China esteja crescendo de forma rápida, a longo prazo ela enfrenta o mesmo destino trágico do Japão, Europa Ocidental e outras sociedades que estão sacrificando sua descendência para a conveniência econômica: dívidas crescentes, estagnação econômica e crise social. Mas o resultado mais preocupante já está se passando bem diante dos olhos de milhões de chineses: uma sociedade que está perdendo sua alma para os ídolos dourados do mundo moderno.

Fonte: Mídia Sem Máscara

Israel é o verdadeiro alvo da "primavera" árabe

A Liga Árabe jamais acreditou em um estado palestino independente: a Jordânia já tinha anexado a Margem Ocidental, a Cisjordânia, e Gaza estava em mãos egípcias. Ao criar a OLP seu propósito era poder cruzar a fronteira de Israel para conduzir ataques dentro de seu território, sem que fosse possível a ONU ou qualquer país responsabilizar as nações componentes da Liga por aqueles ataques.
Não é por acaso nem pura coincidência que a erroneamente chamada “primavera árabe” coincide com o pedido de reconhecimento de uma nação palestina pela ONU ainda nesta semana [1] (N do E: este artigo foi publicado no site do autor no dia 22 de setembro). É impressionante e deprimente como se comportam alguns judeus, tanto em Israel como na Diáspora – e alguns goym sionistas – ao entoar loas a uma falsa primavera que, como já afirmei antes, pode se transformar em inverno – ou num verdadeiro inferno para Israel e o povo judeu. Parecem tomados por uma crença delirante de que o que vier depois só poderá ser melhor. Também defendo a liberdade, não necessariamente a democracia, este conceito amplo e nebuloso como o leito de Procusto, e o fim de ditaduras. Mas não se trata disto agora e sim de defender a própria existência de Israel e a integridade física de seus habitantes.


Qualquer pessoa que consiga raciocinar um pouco sabe muito bem que esta história de “manifestações espontâneas” é pura balela. Então, algumas perguntas se impõem: quem são exatamente os manifestantes? Como se organizam e se financiam? Como planejam táticas e estratégias militares, inclusive problemas logísticos complexos? Como estabelecem meios de comunicação eficientes, alguns até mesmo altamente sofisticados (que ninguém me venha com a resposta: “são as ‘redes sociais!’”)?

No Egito o povo está cada vez mais descrente da liderança militar, o Supreme Council of the Armed Forces (SCAF). Por esta razão o maior e mais poderoso grupo islâmico, a Fraternidade Islâmica (FI) sobe continuamente o tom de suas queixas e aspirações, particularmente no que toca às eleições, a Constituição e as relações com Israel e ao aproveitar esta oportunidade seu poder e popularidade crescem exponencialmente e possivelmente conseguirão unir os diversos grupos islâmicos contra os militares – e obviamente, contra Israel. Desde o incidente de Eilat os sentimentos anti-sionistas cresceram em todos os segmentos da sociedade egípcia, o que motivou a invasão da embaixada israelense. Como a SCAF ajudou a retirar o pessoal, a população acusa os militares de correrem para salvar israelenses e manter o acordo de paz com Israel, numa reação muito mais forte do que quando morreram egípcios no incidente de Eilat[2].

A situação na Síria é mais confusa do que parece à primeira vista. Alguns cenários possíveis são: um prolongado estado de crise com a queda de Assad, uma crise dentro do regime e da população Alawita que controla o exército, e uma oposição com apoio estrangeiro que seja suficientemente forte para derrubar o regime. Tal apoio viria de duas fontes: Turquia e Irã, num novo round entre sunitas e xi’itas pelo domínio da região. Do Irã já se sabe o que esperar, principalmente com xi’itas pró-Irã na fronteira de Israel.

Com a Turquia as tensões diplomáticas vêm crescendo, deixando Israel diplomaticamente isolado. Não se sabe até que ponto a Turquia pretende expandir sua influência no Mediterrâneo oriental, mas a recente visita de Erdogan indica talvez um sonho turco de restaurar uma nova versão do Império Otomano. Há também indícios de que Erdogan pode mandar outra “flotilha humanitária” escoltada pela Armada turca.

A Líbia está ameaçada por um islamismo radical extremista com a possível queda de Kadhafi, inclusive por grupos ligados à Al Qaeda, o Al-Qaeda in the Islamic Maghreb (AQIM)[3], o que representa uma preocupação para a Argélia, berço deste grupo.

Quanto aos grupos terrorista Hamas, Hesbollah e outros, precisamos dar uma olhada no passado e na organização da qual se originaram. Desde sua fundação a OLP teve três objetivos principais:

1- Fustigar Israel através do terror;

2- Cultivar uma quinta coluna dentro do país que lutasse por uma paz humilhante, de joelhos e que pudesse ser usada no caso de invasão, a mesma tática usada pelos nazistas nos diversos países que vieram a invadir;

3- Convencer Israel e o mundo de que as verdadeiras intenções dos países árabes de maioria muçulmana, os persas e os turcos não eram terroristas, mas somente queriam destruir Israel em nome dos “direitos do povo palestino”;

A Liga Árabe jamais acreditou em um estado palestino independente: a Jordânia já tinha anexado a Margem Ocidental, a Cisjordânia, e Gaza estava em mãos egípcias. Ao criar a OLP seu propósito era poder cruzar a fronteira de Israel para conduzir ataques dentro de seu território, sem que fosse possível a ONU ou qualquer país responsabilizar as nações componentes da Liga por aqueles ataques. A “nacionalidade palestina” é apenas cortina de fumaça para encobrir a intenção de “jogar os judeus ao mar”!

O Artigo 24 da Carta da OLP diz: Esta Organização não exerce nenhum poder territorial sobre a Margem Ocidental do Reino Hachemita da Jordânia, nem sobre a Faixa de Gaza ou sobre a Himmah. Suas atividades serão no nível das organizações populares e no campo financeiro.

Somente depois de 1967 a OLP passou a falar sobre os “direitos do povo palestino” e paulatinamente foi sendo instilada nos corações e mentes ocidentais o direito à autodeterminação e finalmente chegamos à atual declaração unilateral de independência. E isto virá a ocorrer, se não imediatamente, em médio prazo. Dia 22 Obama declarou à ONU que os EUA “antevêem um futuro no qual os palestinos viverão num estado soberano todo seu, sem limites do que possam atingir por si mesmos” (CNN).

Realmente, há um ano a Autoridade Palestina vem anunciando esta iniciativa e Obama não tomou nenhuma providência diplomática para convencer outros países a votar contra. Inúmeros países poderiam votar “NÃO”, mas como não houve pressão americana, se sentem livres para votar “SIM”, ou se abster, aguardando um eventual veto americano no CS, largando a batata quente nas mãos de Obama enquanto posam de amigos progressistas e humanitários do mundo árabe e do Islam. Mas somente pressões eleitoreiras o forçarão a vetar no Conselho de Segurança[4].




Notas:

[1] Quando este artigo foi escrito ainda não tinha sido apresentada oficialmente a proposição. Porém Mahmoud Abbas declarou a Obama (21/09) que não esperava que a ONU tomasse uma decisão imediatamente pois “haverá grandes confrontos no dia da discussão” (marcada para 23), e acrescentou que “continuará exercendo pressão sobre Obama, Israel e a ONU”.
[2] Ver http://www.stratfor.com/analysis/20110914-egypt-muslim-brotherhood-confronts-military-leadership


[3] Ver http://www.cfr.org/north-africa/al-qaeda-islamic-maghreb-aqim/p12717

[4] Para uma análise excelente ver http://www.gloria-center.org/gloria/2011/09/international-efforts-to-avoid-the-palestinian-un-bid-will-inevitably-fail-because-western-policy-is-so-bad/

Fonte: Mídia Sem Máscara

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Censuras virtuais

Os ateus militantes estão espalhando as tolices mais odiosas contra os cristãos, embasadas em pressupostos “racionais”. Somando-se a estes chavões, há a tentativa deliberada de retirar a fé cristã da vida pública, por meio da intimidação, da coerção e mesmo da força do Estado.
Recentemente tive a experiência de publicar vídeos no Youtube, a respeito de inúmeros assuntos e, em particular, sobre as falácias do ateísmo militante, em várias questões de ordem  histórica, política, filosófica e sociológica.

Muitos desses chamados militantes são jovens, pessoas sem muita instrução, mas abertamente aptas a um discurso pronto e preparado para cabeças vazias. De fato, a militância ateísta repete os mesmos preconceitos ideológicos comuns dos autores iluministas e materialistas, sem o brilhantismo destes, embora com algumas adaptações e acréscimos. Na verdade, eles papagueiam a literatura de folhetim de pseudo-intelectuais ateus, como Richard Dawkins, Sam Harris, Daniel Dennet e Christopher Hitchens, que repetem a mesma patacoada que poderíamos encontrar em Diderot, em Voltaire, em Nietszche, em Marx e demais secularistas famosos, com a diferença de que os primeiros são intelectualmente mais primitivos e simplórios do que os últimos.

Dominados por argumentos pseudo-cientificistas e mesmo por justificativas históricas fraudulentas, eles repetem à exaustão os males da religião no mundo: ignorância, intolerância, fanatismo, atraso, etc. E colecionam os espantalhos de sempre, quando a culpada é a Igreja Católica: cruzadas, inquisição, guerras religiosas, Galileu Galilei, pedofilia, etc. Certos militantes ateus, como um certo Daniel Fraga, fazem falsas correlações entre pobreza e religiosidade, além de divulgar teses mentirosas sobre a inferioridade intelectual dos religiosos. O mais grotesco é dar conjecturações “científicas” dessas referências.

Tal como os racistas do final do século XIX e começo do século XX, os ateus militantes estão espalhando as tolices mais odiosas contra os cristãos, embasadas em pressupostos “racionais”. Somando-se a estes chavões, há a tentativa deliberada de retirar a fé cristã da vida pública, por meio da intimidação, da coerção e mesmo da força do Estado. O maior arauto dessa política é um sujeito chamado Daniel Sottomayor, dirigente da ATEA, uma ONG disseminadora do ateísmo militante. Na prática, quando os ateus militantes bradam pela supremacia e radicalização do Estado laico, querem um Estado ateu, nivelando as religiões para baixo e transformando o secularismo numa espécie de fé pública. O raciocínio secularista aplicado é idêntico às políticas de ateísmo oficial. Nisto, eles não diferem dos jacobinos da Revolução Francesa ou dos bolchevistas da Revolução Russa.

Chega a ser patética a manifestação desses indivíduos: tal como os negros e os gays, os ateus militantes querem ganhar o status de “minorias” perseguidas pelos malvados religiosos, no intento de se criar os mais odiosos privilégios legais. Ainda que essa militância influencie universidades, escolas, mídia e reivindique o poder completo de monopólio de palavra contra os cristãos.

Se não bastasse essa fábrica de mentiras, repetida por um bando de criaturas ignorantes e presunçosas, eles se organizam em bandos, para boicotarem qualquer manifestação de dissidência. De fato, foi isso que presenciei quando expus minhas idéias no Youtube: legiões organizadas de embusteiros falantes mandavam ofensas e “negativizavam” os vídeos, além de enviarem ameaças de boicote e até de processo judicial. Houve um sujeito que disse que me denunciou ao Ministério Público Federal. Sabe-se lá qual crime cometi! O apresentador de um programa de televisão, Luís Datena, também sofreu um processo na justiça por conta do Ministério Público Federal, ao afirmar que os bandidos não têm Deus no coração e que um ateu não teria limites morais. A acusação: “preconceito contra ateus”.

O absurdo de tal tipificação é que ela simplesmente não existe na legislação brasileira.
 
Numa época de ditadura politicamente correta, há certas pessoas que querem elevar o Ministério Público a uma nova espécie de fiscal dos pensamentos alheios. Contudo, os ateus militantes chorosos, seja na internet ou em outros meios de comunicação, chamam os religiosos de “fanáticos”, “ignorantes” e falsificam deliberadamente a história, disseminando uma chuva inesgotável de calúnias. Naturalmente, tudo em nome da liberdade de expressão e sob o beneplácito, o nihil obstat, do Ministério Público.
 
Atualmente, procuradores e promotores públicos neste país bancam os burocratas estúpidos e retardados mentais que querem tutelar as antipatias alheias, principalmente para agradar gangues políticas esquerdistas neuróticas e cheias de sensibilidades doentias.

Apesar de tudo, o que me surpreendeu nessas manifestações raivosas foram os pedidos de censura contra as minhas declarações. Aí podemos compreender por que o governo federal, atualmente, possui tamanha força para querer invocar mecanismos de controle estatal sobre as opiniões da internet. O PNDH-3 (Plano Nacional de Direitos Humanos) do governo petista, que exige censura da liberdade de expressão na imprensa e na internet, tem sólido eco e apoio nessas turbas fanatizadas.

Os ateus militantes, que se julgam tão liberais, tão avançados, tão pluralistas, querem exigir formas de censura intelectual impensáveis até para o nível repressivo da Inquisição Espanhola. Muitos ficaram furiosos quando afirmei que o ateísmo militante, ao contrário do que se apregoa, não é mera descrença em Deus, mas uma doutrina ideológica que visa justamente fundar uma nova sociedade materialista e transformar os cristãos em cidadãos de segunda classe. Não me espanta que eles me ataquem virulentamente, ainda que façam pose de criaturas isentas. Tal como o secularismo militante e radical, que no século XX inspirou as piores tiranias, os ateus militantes atuais absorvem todo o seu radicalismo sectário. As investidas contra cristãos nos países comunistas, no México do PRI na época da Revolução Mexicana e nos desvarios sanguinários da guerra civil espanhola não são meras coincidências. São frutos reais de uma propaganda violenta de ódio ao cristianismo. Tal brincadeira custou a vida de milhões de pessoas e a destruição da liberdade religiosa.

E, surpreendentemente, meu blog, “Cavaleiro Conde” sofreu um bloqueio do Google, por supostamente “violar os termos de serviço”. A acusação era de que um vírus se infiltrou no meu site. Não tenho a menor idéia do que realmente ocorreu. É bastante provável que alguém tenha roubado a senha, inserido um vírus e depois me denunciado ao Google. Ou então algum pretexto para a censura mais explícita. Talvez ainda tenha chovido várias denúncias de ateus e demais recalcitrantes. Não boicotaram várias vezes o blog do meu amigo evangélico Julio Severo? Não cancelaram sua conta do Pay Pal, sob pressão dos fanáticos fascistas do movimento gay? Então...

Lamentável é perceber que os termos de uso do Google e do Blogger não garantem a liberdade de expressão. Pelo contrário, as cláusulas são visivelmente leoninas, e oneram absurdamente o usuário, uma vez que sem o consentimento deste, pode-se simplesmente apagar o blog. Isso porque a chamada “denúncia de abusos” dá força para grupos organizados, que podem pressionar a censura de um determinado blog por ser considerado “inconveniente”. Ao que parece, é preciso que os blogueiros criem mecanismos e precedentes jurídicos que protejam seus direitos constitucionais contra as pressões de grupos organizados e a covardia da Google.

Atualmente, esses grupelhos militantes querem mesmo calar a boca da dissidência, principalmente quando são cristãos e conservadores. Homossexuais, feministas, ateus, negros organizados ou de qualquer outra natureza idiossincrática, todos eles exigem a ditadura das idéias, a fiscalidade e controle estatais, ou melhor, uma nova inquisição ideológica, em favor do patrulhamento totalitário politicamente correto. Esse patrulhamento não poupa nada: obras, livros e até clássicos do passado, como foi o caso, aqui no Brasil, do Ministério da Educação rotular a literatura infantil de Monteiro Lobato de “racista”.

A bela obra de Miguel de Cervantes, quando publicada em 1605, em sua introdução, passou pelo crivo da Inquisição Espanhola. O livro é cheio de expressões satíricas, picarescas e palavrões. E, no entanto, o inquisidor que o leu não estava preocupado com isso.  Pelo contrário, achou louvável a crítica contra a literatura cavalheiresca. Ao que parece, o nível dos inquisidores caiu muito de lá pra cá. Agora são os senhoritos arrogantes e andrajosos, perfeitamente satisfeitos de sua completa ignorância sobre tudo, que querem ditar a liberdade de expressão conforme a extensão de sua estupidez. A internet, que é o meio de liberdade de expressão por excelência, é vítima das investidas deles. E, naturalmente, eles combatem a liberdade de expressão, tudo em nome da “tolerância”, dos “direitos humanos”, do “progresso” e, pasmem, da liberdade humana!
 
Fonte: Mídia Sem Mácara

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Globo quer se aproximar dos evangélicos


Vista com desconfiança entre os crentes e de

olho no mercado, a Rede Globo está

preparando uma ofensiva para tentar melhorar 

sua imagem junto aos evangélicos. A emissora


 planeja a realização de um festival de músicas 




evangélicas, denominado “Promessa”, 



segundo noticiou a revista Veja.

O projeto é assinado por Amauri Soares, 

diretor de eventos e projetos especiais da 

Vênus Platinada, e tem previsão de ser 

realizado em dezembro, no Rio. Entre as 

atrações há nomes como a banda Diante do

Trono, uma das que mais vendem CDs no

Brasil.
A tentativa das

organizações Globo de 

limpar sua barra com os 



cristãos evangélicos não 
é nova. No ano 


passado à emissora surpreendeu ao por no ar 


em horário nobre, no Jornal Nacional, uma 


série de reportagens elogiando igrejas 


evangélicas.


Na época, a Globo apresentou um 

levantamento do Instituto Brasileiro de 

Geografia e Estatística (IBGE). Segundo os 

dados, enquanto a população brasileira

cresceu 15,5% entre os dois últimos censos, o 


número de evangélicos dobrou. Hoje, são 


cerca de 15% dos brasileiros. Como a maioria 


católica inclui 73% da população, as obras da 

Igreja Católica são mais conhecidas. 
Com a 


clara estratégia de fazer frente à Rede Record 


e conquistar a uma fatia do tão cobiçado 


público evangélico, a Rede Globo 


resolveu investir em um festival gospel que 


acontecerá no final do ano no Rio de Janeiro. 


Amauri Soares, diretor de eventos e projetos 


especiais da emissora é o idealizador do 


evento que se chamará ‘Promessa’.



Nele se apresentarão os campeões de 

vendagem da gravadora da Globo como Ana


Paula Valadão e Diante do Trono. O grupo é


um dos carros chefes em vendas da 


gravadora, superando artistas seculares de 

renome.


Os outros artistas a se apresentarem ainda 

não foram divulgados, mas pode-se adiantar 


que este é um projeto revolucionário, como 


nunca se viu antes na televisão brasileira. As 


informações são de Lauro Jardim, colunista da  


revista Veja, no Radar Online.


*Fonte Zoenet



quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A invasão islâmica e a faca de dois gumes




A sublevação revolucionária no mundo muçulmano foi curiosamente saudada pelas mídias ocidentais como uma libertação, sem que nenhum dado seguro esclarecesse a orientação dos rebeldes. Também estranha foi a atitude dos governos que optaram pelo apoio militar, efetivado com a intervenção da coalizão ocidental.
Mas, qual é afinal o objetivo dessa guerra? Por que derrubar agora ditadores que até ontem eram recebidos sem reservas por governos como o da França e o da Itália? Em todo caso, o conflito no mundo muçulmano teve uma conseqüência concreta: cerca de 400.000 fugitivos tentam refugiar-se na Europa.
A população européia, insuflada pelas mídias, a princípio apoiou irrefletidamente as rebeliões. Mas quando percebeu que teria de pagar a conta com a invasão de africanos numa Europa já semi-ocupada por imigrantes, assustou-se e recuou.

Nesse clima, o governo francês põe em debate um “código da laicidade e da liberdade religiosa”. O partido da maioria governamental UMP propõe uma série de medidas que correspondem a uma faca de dois gumes.
Por exemplo, “proibir a recusa de um agente do serviço público em razão de seu sexo ou de sua suposta religião”. O pretexto é que muitas mulheres muçulmanas se recusam a tratar-se com um médico, seja por convicção, seja por imposição de seus maridos muçulmanos. Mas, pelo mesmo texto, as autoridades poderão obrigar a uma mãe católica que se trate com um médico pró-aborto.
Ademais, a UMP quer “generalizar o recurso às garantias de empréstimo pelas coletividades locais” (prefeituras, p. ex.), o que facilitaria a multiplicação de mesquitas na França. Em última análise, o governo quer “favorecer o desenvolvimento do Islam da França progressivamente afastado das influências estrangeiras”. O poder público já tem contribuído, aliás, e fortemente, para o crescimento do culto muçulmano e a construção de mesquitas.
Se esta situação se repetir em outros países europeus sem gerar reações à altura, em breve a liberdade religiosa não passará de um blefe. E o continente estará sob o signo de um crescente em expansão.

O que significa consagrar?


Série o que significa isso?

*Você entenderá o porque da imagen (tênis) no fim do artigo.
A palavra consagrar é amplamente usada pela igreja, principalmente devido ao seu significado profundo. Por todo lado ouvimos que “fulano” tem o ministério consagrado, que o CD do artista “X” foi consagrado a Deus, que os elementos da Santa Ceia serão consagrados, etc. E é em meio a esse uso dessa palavra que as pessoas não sabem muito bem a profundidade do que estão falando e do significado dessa expressão.
Consagrar significa dedicar uma pessoa ou algo a Deus. Tudo aquilo que é consagrado é dedicado para o serviço ao Senhor, para honrar Deus, para a santificação de Seu nome. Não é pouca coisa, é algo extremamente sério e profundo.
A consagração de alguém ou algo não é algo automático, é realizada através de algum ato, como por exemplo, uma oração ou algum ritual. Exemplo disso é quando se consagra algum pastor ou servo de Deus ao santo ministério. Eles são consagrados em um culto especial num momento especial. A oração é sempre usada quando se consagra algo ou alguém, pois é através dela que colocamos diante de Deus tal desejo.
Na Bíblia encontramos o povo de Deus consagrando de tudo: pessoas (Ex 22. 31); vestes sacerdotais (Ex 29. 29); campos (Lv 27. 21); ofertas (Dt 12. 26); dinheiro e utensilios (Js 6. 19); animais (2 Cr 29. 33); o dia (Ne 8. 9); lugares (Jr 31. 40). Isso mostra que devemos consagrar todas as coisas a Deus em um ato de fé e de busca da vontade Dele.
Quando me mudei para minha casa, logo após meu casamento, há 6 anos, chegou aos meus ouvidos que o antigo dono era espírita e que o lugar poderia ser meio “pesado” para morar. Por dentro, no meu coração, ri, pois a primeira coisa que fiz ao entrar em minha casa nova foi orar e consagrá-la totalmente ao Senhor. Se é consagrada ao Senhor é de Deus e ponto!
Tenho a mesma postura com relação a tudo que tenho, que adquiro, que faço e que sou. Assim, não me preocupo com relação ao que as pessoas dizem quando apontam que o pruduto A ou B foi “consagrado ao diabo” pelo dono da empresa para vender mais e tal… simplesmente o consagro ao Senhor (sendo ele licito, é claro) e usufruo, pois o diabo não tem nada, não criou nada e não é dono de nada.
Uma vez fui desaconselhado a comprar um determinado tênis (de muita qualidade por sinal) por ser ele, segundo a pessoa, “consagrado ao diabo” para vender mais. O dono da empresa teria feito um pacto com o “tinhoso” para alavancar as vendas. Simplesmente fui lá, comprei o tênis (com meu dinheiro dado pelo Senhor através do meu trabalho), o consagrei ao Senhor Todo-Poderoso, e o usei até furar a sola, pois era agora dedicado a Deus.

A pergunta é pastor ou traficante? Pastor evangélico é preso portando crack!

Segundo a polícia, o suposto pastor Gilson Neudo Amaral, estava com 69 pedras de crack, 1 pedra grande ainda não pesada, 3 tabletes de crack e 5 trouxinhas de maconha.

O pastor evangélico Gilson Neudo Amaral, da Igreja Batista Regular de Caicó, foi preso por policiais militares no final da tarde deste domingo (9), por volta das 19h, em sua residência na Rua Auri Alves, nº. 01, Bairro de Boa Passagem (RN), portando 69 pedras de crack, 1 pedra grande ainda não pesada, 3 tabletes de crack e 5 trouxinhas de maconha.

A droga estava dentro de seu carro, um GM Corsa de cor branca e placas MZI-9999 /Natal/RN.



Ele foi conduzido inicialmente ao quartel do 6º Batalhão da Polícia Militar onde passou por interrogatório informal e depois encaminhado à delegacia de polícia para ser autuado em flagrante.

Em declaração a Rosivan Amaral, ao vivo na Rádio Caicó AM, o pastor disse que tudo foi uma armação dos policiais.
A declaração
"A polícia chegou em minha residência dizendo que queria averiguar o nosso carro, porque tinham denúncias de que ali existia droga. Mas eu tenho certeza que tudo não passou de uma armação. Quem fez isso não precisava faze-lo. Todos sabem que eu fui sócio do Gordo da Rodoviária, (Lailson Lopes), por muitos anos, e ele foi acusado de ser o mandante da morte de F Gomes, e agora dia 18, vai fazer 1 ano do crime. Eles tentaram me incriminar. Tentaram de um jeito, tentaram de outro e nunca conseguiram, e agora é interessante, eu, assim que cheguei tem uma denúncia de que no meu carro tinha droga. Eu estou afirmando que alguém ligado a família de F Gomes fez isso para me incriminar. Eles acham que o Gordo tem culpa e que eu por ser amigo dele tabém tenho, agora eu digo que isso não trás F Gomes de volta. Eles são os únicos interessados em fazer uma palhaçada dessas", disse.
Fonte: Tribuna do Norte - RN - BLOG sidneysilva