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2015 ANO APOSTÓLICO DA PROSPERIDADE
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Viúvas no Antigo Testamento
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Aguentando o treinamento e chegando a vitória
Texto: 1 Timóteo 1:19
Deus tem nos chamado para
algo grandioso, mas muitos não agüentarão o treinamento ficarão no meio do
caminho.
Deus não vai entregar uma
multidão para qualquer um, mas sim para aqueles que se superarem em suas
debilidades, demonstrando assim uma força e um caráter ultravalente.
Que coisas caracterizaram
alguém que suporta o treinamento do Espírito Santo e chega á vitória.
1. Vida Devocional
A vida devocional do líder determinará
sua capacidade de super fracassos e avançar contudo e apesar de tudo. A leitura
bíblica diária é como colher o maná diário. É a própria sobrevivência
espiritual que está em jogo.
Tenho que inventar um tempo
para fechar a porta, e ler a Palavra de Deus. Tenho que criar um tempo para a
oração no lugar secreto, pois a maioria das bênçãos se conquista é lá, e é lá
que se trás as conquistas do mundo espiritual para o mundo físico (Ef 1:3;
Mateus 6:6). Tudo que queremos no mundo físico temos que conquistar
primeiramente no mundo espiritual.
A bíblia conta no capítulo 30
de I Samuel um dos mais difíceis episódio da vida de Davi. Onde ele perde
pessoas amadas e vê seu reino ruindo na sua frente, e o próprio povo querendo
apedreja-lo. Nesse momento ele procura um lugar solitário e se renova no
Senhor. Algumas traduções dizem no verso 6, e “Davi se animou no Senhor”,
outras dizem “Davi se fortaleceu”, outras dizem: “Davi se esforçou”. A vida
devocional é capaz de trazer esse novo ânimo ou nova força no Senhor Deus.
Com oração se consegue tudo
sem oração não se consegue nada. A oração te põe em contato direto com o Todo
Poderoso Deus.
Com o mundo está o braço de
carne, mas conosco o Senhor nosso Deus (2 Crônicas 32:8 ).
Precisamos arrancar os
discípulos das garras do diabo, mas não conseguiremos isso lutando fisicamente
(II Cor 10:1-6).
2. Organização
Deus sempre te fará duas
perguntas: 1º O que queres? (2 Reis 2:9) 2º Em quanto tempo? (Marcos 10:51,
Êxodo 8:9-10). Se você tiver várias resposta, é porque não tem prioridades e
não sabe o que quer, e nem onde quer chegar.
Temos que ter boas ambições
(I Tm 3:1). Ou seja, termos anseios ministeriais. E trabalharmos para isso.
Se quero 12 discípulos
consolidados em um ano, tenho que ter um por mês, três a cada três meses, seis
a cada seis meses, ou então terei que conseguir 12 de uma única vez, e não dará
certo.
Se a Igreja faz 5 Encontros
por ano apenas, e quero cinqüenta pessoas a mais em um ano, terei que mandar 10
em cada Encontro ,
ou não irei atingir o alvo.
Tenho que ter uma agenda ou
caderno, onde possa plasmar tudo a respeito de minha célula. Quantos Foram ao
Encontro, quantos fizeram libertação, quantos na Escola de líderes, quem vem
faltando a célula sistematicamente, quem precisa de um aconselhamento especial
etc.
Tenho que me organizar porque
estou cuidando de vidas, estou pastoreando pessoas preciosas para Jesus.
3. Motivação
Esse é o ponto fundamental.
Sem motivação não ganharemos as batalhas da vida. Motivação tem a ver com três
coisas: 1º Fé (Marcos 4:40, Apocalipse 21:8) A incredulidade produz timidez, a
fé produz ousadia. 2º Sonho (Gênesis 28:10-22), O sonho nos impulsiona para a
frente, Jacó levantou cheio de projetos. 3º Visão (Hebreus 11:27).
Comunidade Apostólica
Ministério Adorar
Apóstolo Patrick Lima
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Os 4 degraus da queda de Pedro - Português, Español, English, Français
Texto: “Ele, porém, respondeu: Senhor, estou pronto a ir
contigo, tanto para a prisão como para a morte. Mas Jesus lhe disse: Afirmo-te,
Pedro, que, hoje, três vezes negarás que me conheces, antes que o galo cante”
(Lc 22.33, 34).
Introdução: Antes de Pedro tornar-se um apóstolo cheio do Espírito Santo, um pregador ungido e um líder eficaz, revelou sua fraqueza e chegou ao ponto de negar a Jesus. Pedro caiu, suas lágrimas foram amargas, mas sua restauração foi completa. A queda de Pedro passou por alguns estágios. A seguir, mostraremos os quatro degraus de sua queda.
1. Autoconfiança
“Ele, porém, respondeu: Senhor estou pronto a ir contigo, tanto para a prisão como para a morte” (Lc 22.33).
Quando Jesus alertou Pedro acerca do plano de Satanás de peneirá-lo como trigo, Pedro respondeu que estava pronto a ir com Ele tanto para a prisão como para a morte. Pedro subestimou a ação do inimigo e superestimou a si mesmo. Ele pôs exagerada confiança no seu próprio “eu”, e aí começou sua derrocada espiritual. Este foi o primeiro degrau de sua queda.
Estamos vivendo o apogeu da psicologia de autoajuda. As livrarias estão abarrotadas de obras que nos ensinam a confiar em nós mesmos. O cristianismo diz exatamente o contrário. Somos fracos e limitados. Não podemos andar escorados no bordão da autoconfiança. Precisamos mais da ajuda do alto do que a autoajuda.
2. Indolência
“Levantando-se da oração, foi ter com os discípulos, e os achou dormindo de tristeza, 46e disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação” (Lc 22.45, 46).
O mesmo Pedro que prometeu fidelidade a Cristo e a disposição de ir com ele para a prisão e a morte, agora está cativo do sono no jardim do Getsemani no auge da batalha. Faltou-lhe a percepção da gravidade do momento. Faltou-lhe vigilância espiritual. Estava entregue ao sono em vez de guerrear com Cristo contra as hostes do mal. A fraqueza espiritual de Pedro fê-lo dormir e, ao dormir, fracassou no teste da vigilância espiritual.
As palavras de Pedro eram de confiança, mas suas atitudes, trôpegas. Promessas desprovidas de poder evaporam na hora da crise. O sono substituiu a autoconfiança. O fracasso se estabeleceu no palco da arrogância.
3. Precipitação
“Um deles feriu o servo do sumo sacerdote e cortou-lhe a orelha direita” (Lc 22.50).
Quando os soldados romanos, liderados por Judas Iscariotes e pelos principais sacerdotes, prenderam a Jesus, Pedro sacou sua espada e cortou a orelha do servo do sumo sacerdote. Sua valentia era carnal. Porque dormiu e não orou, entrou na batalha errada, com as armas erradas e a motivação errada. Pedro deu mais um passo na direção da queda. Ele deslizou mais um degrau rumo ao chão. Nossa luta não é contra carne e sangue. Precisamos lutar não com armas carnais, mas sim com armas espirituais.
Precisamos entrar nessa guerra com os olhos no céu e os joelhos no chão. Precisamos despojar-nos da autoconfiança para recebermos o socorro que vem do alto.
4. Seguia a Jesus de longe
“Então, prendendo-o, o levaram e o introduziram na casa do sumo sacerdote. Pedro seguia de longe” (Lc 22.54).
Depois que Cristo foi levado para a casa do sumo sacerdote, Pedro mergulhou nas sombras da noite e seguia a Jesus de longe. Sua coragem desvaneceu. Sua valentia tornou-se covardia. Seu compromisso de ir com Jesus para a prisão e a morte foi quebrado. Sua fidelidade incondicional ao Filho de Deus começou a enfraquecer. Não queria perder Jesus de vista, mas também não estava disposto a assumir os riscos de sua ligação com Ele.
Ainda hoje há muitos crentes seguindo Jesus de longe. Ainda guardam certo temor de Deus, mas ao mesmo tempo anestesiam a consciência vivendo em práticas erradas. Dizem-se seguidores de Cristo, mas seus pés estão fincados nas sendas sinuosas que desviam do caminho da verdade. Dizem amar a Deus, mas suas atitudes e obras provam o contrário. Estão na igreja, mas ao mesmo tempo, estão no mundo. Frequentam os cultos, mas o coração está longe do Senhor.
Conclusão: Ao olharmos para a vida de Pedro, estamos diante do espelho. Muitas vezes somos como Pedro. Mostramos autoconfiança, não oramos, somos precipitados e, seguimos Jesus de longe. Todavia, não podemos perder o foco. O Eterno não desiste de nós, assim como não desistiu de Pedro. Como diz o lindo cântico: “Eu quero voltar ao primeiro amor”! Que seja assim, para a glória Dele. Amém!
Introdução: Antes de Pedro tornar-se um apóstolo cheio do Espírito Santo, um pregador ungido e um líder eficaz, revelou sua fraqueza e chegou ao ponto de negar a Jesus. Pedro caiu, suas lágrimas foram amargas, mas sua restauração foi completa. A queda de Pedro passou por alguns estágios. A seguir, mostraremos os quatro degraus de sua queda.
1. Autoconfiança
“Ele, porém, respondeu: Senhor estou pronto a ir contigo, tanto para a prisão como para a morte” (Lc 22.33).
Quando Jesus alertou Pedro acerca do plano de Satanás de peneirá-lo como trigo, Pedro respondeu que estava pronto a ir com Ele tanto para a prisão como para a morte. Pedro subestimou a ação do inimigo e superestimou a si mesmo. Ele pôs exagerada confiança no seu próprio “eu”, e aí começou sua derrocada espiritual. Este foi o primeiro degrau de sua queda.
Estamos vivendo o apogeu da psicologia de autoajuda. As livrarias estão abarrotadas de obras que nos ensinam a confiar em nós mesmos. O cristianismo diz exatamente o contrário. Somos fracos e limitados. Não podemos andar escorados no bordão da autoconfiança. Precisamos mais da ajuda do alto do que a autoajuda.
2. Indolência
“Levantando-se da oração, foi ter com os discípulos, e os achou dormindo de tristeza, 46e disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação” (Lc 22.45, 46).
O mesmo Pedro que prometeu fidelidade a Cristo e a disposição de ir com ele para a prisão e a morte, agora está cativo do sono no jardim do Getsemani no auge da batalha. Faltou-lhe a percepção da gravidade do momento. Faltou-lhe vigilância espiritual. Estava entregue ao sono em vez de guerrear com Cristo contra as hostes do mal. A fraqueza espiritual de Pedro fê-lo dormir e, ao dormir, fracassou no teste da vigilância espiritual.
As palavras de Pedro eram de confiança, mas suas atitudes, trôpegas. Promessas desprovidas de poder evaporam na hora da crise. O sono substituiu a autoconfiança. O fracasso se estabeleceu no palco da arrogância.
3. Precipitação
“Um deles feriu o servo do sumo sacerdote e cortou-lhe a orelha direita” (Lc 22.50).
Quando os soldados romanos, liderados por Judas Iscariotes e pelos principais sacerdotes, prenderam a Jesus, Pedro sacou sua espada e cortou a orelha do servo do sumo sacerdote. Sua valentia era carnal. Porque dormiu e não orou, entrou na batalha errada, com as armas erradas e a motivação errada. Pedro deu mais um passo na direção da queda. Ele deslizou mais um degrau rumo ao chão. Nossa luta não é contra carne e sangue. Precisamos lutar não com armas carnais, mas sim com armas espirituais.
Precisamos entrar nessa guerra com os olhos no céu e os joelhos no chão. Precisamos despojar-nos da autoconfiança para recebermos o socorro que vem do alto.
4. Seguia a Jesus de longe
“Então, prendendo-o, o levaram e o introduziram na casa do sumo sacerdote. Pedro seguia de longe” (Lc 22.54).
Depois que Cristo foi levado para a casa do sumo sacerdote, Pedro mergulhou nas sombras da noite e seguia a Jesus de longe. Sua coragem desvaneceu. Sua valentia tornou-se covardia. Seu compromisso de ir com Jesus para a prisão e a morte foi quebrado. Sua fidelidade incondicional ao Filho de Deus começou a enfraquecer. Não queria perder Jesus de vista, mas também não estava disposto a assumir os riscos de sua ligação com Ele.
Ainda hoje há muitos crentes seguindo Jesus de longe. Ainda guardam certo temor de Deus, mas ao mesmo tempo anestesiam a consciência vivendo em práticas erradas. Dizem-se seguidores de Cristo, mas seus pés estão fincados nas sendas sinuosas que desviam do caminho da verdade. Dizem amar a Deus, mas suas atitudes e obras provam o contrário. Estão na igreja, mas ao mesmo tempo, estão no mundo. Frequentam os cultos, mas o coração está longe do Senhor.
Conclusão: Ao olharmos para a vida de Pedro, estamos diante do espelho. Muitas vezes somos como Pedro. Mostramos autoconfiança, não oramos, somos precipitados e, seguimos Jesus de longe. Todavia, não podemos perder o foco. O Eterno não desiste de nós, assim como não desistiu de Pedro. Como diz o lindo cântico: “Eu quero voltar ao primeiro amor”! Que seja assim, para a glória Dele. Amém!
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Los 4 pasos
de la caída de Pedro
Texto: "Y
él dijo: Señor, dispuesto estoy a ir contigo no sólo a la cárcel ya la muerte.
Pero Jesús le dijo: Yo os digo, Pedro, que hoy será negado tres veces que me
conoces, antes de que cante el gallo "(Lucas 22:33, 34).
Introducción:
Antes de convertirse en un apóstol Pedro lleno del Espíritu, un predicador
ungido y un líder efectivo, reveló su debilidad y se fue tan lejos como para
negar a Jesús. Pedro cayó, sus lágrimas eran amargas, pero su recuperación fue
completa. La caída de Pedro pasó por algunas etapas. A continuación, se
muestran los cuatro pasos de su caída.
Una. Confianza en sí mismo
"Y él dijo: Señor,
estoy dispuesto a ir contigo no sólo a la cárcel ya la muerte" (Lucas
22:33).
Cuando Jesús le advirtió a
Pedro sobre el plan de Satanás para zarandearlo como trigo, Pedro les dijo que
estaba dispuesto a ir con él a la cárcel ya la muerte. Peter subestimar al
enemigo y sobreestimó la acción sí mismo. Se puso demasiada confianza en su
propio "yo", y ahí empezó su caída espiritual. Este fue el primer
paso de su caída.
Estamos viviendo en la
época dorada de la psicología del self-help. Las librerías están repletas de
obras que nos enseñan a confiar en nosotros mismos. El cristianismo dice
exactamente lo contrario. Somos débiles y limitados. No podemos caminar anclado
al personal de confianza. Necesitamos más ayuda de la parte superior de la
auto-ayuda.
2 º. Indolencia
"Levantándose de la
oración, vino donde los discípulos y los encontró dormidos por la tristeza,
46e, les dijo: ¿Por qué dormís? Levantaos y orad, para que no entréis en
tentación "(Lucas 22:45, 46).
El mismo Pedro quien
prometió fidelidad a Cristo ya su disposición a ir con él a la cárcel y la
muerte, el sueño es ahora prisionero en el jardín de Getsemaní, en el apogeo de
la batalla. Carecía de la percepción de la gravedad del momento. Carecía de
vigilancia espiritual. Fue entregado a dormir en vez de la guerra con Cristo
contra las huestes del mal. La debilidad espiritual de Pedro y lo hizo dormir,
a dormir, que no pasó la prueba de vigilancia espiritual.
Las palabras de Pedro son
fiables, pero sus actitudes tropiezo. Promesas sin poder evaporarse en tiempos
de crisis. Sueño sustituye el yo. El fallo se estableció en el escenario de la
arrogancia.
3 º. Precipitación
"Uno de ellos hirió al
siervo del sumo sacerdote y le cortó la oreja derecha" (Lc 22:50).
Cuando los soldados romanos
encabezados por Judas Iscariote y los principales sacerdotes, tomando Jesús,
Pedro sacó su espada y le cortó la oreja al siervo del sumo sacerdote. Su
valentía era carnal. ¿Por qué no dormía y oró, entró en la batalla mal con las
armas equivocadas y la motivación equivocada. Peter dio otro paso hacia la
caída. Se deslizó un paso más hacia el suelo. Nuestra lucha no es contra carne
y sangre. No tenemos que luchar con armas carnales, sino con armas
espirituales.
Entramos en esta guerra con
los ojos en el cielo y las rodillas en el suelo. Debemos despojarnos del yo
para recibir la ayuda que viene de lo alto.
4 º. Seguido a Jesús desde lejos
"Así que lo detuvo, y
lo llevaron a la casa del sumo sacerdote. Pedro le seguía de lejos "(Lc
22:54).
Después de que Cristo fue
llevado a la casa del sumo sacerdote, Pedro se hundió en las sombras de la
noche y siguió a Jesús desde lejos. Su coraje se desvaneció. Su valentía se
convirtió en la cobardía. Su compromiso de ir con Jesús a la cárcel y la muerte
se había roto. Su lealtad incondicional al Hijo de Dios comenzó a debilitarse.
No queremos perder de vista a Jesús, pero no estaba dispuesto a correr los
riesgos de su unión con Él.
Incluso hoy en día hay
muchos creyentes le seguía de lejos. ¿Todavía tiene algo de temor de Dios, pero
al mismo tiempo anestesiar la conciencia que viven en las prácticas
equivocadas. Le dicen a sí mismos seguidores de Cristo, pero sus pies están
firmemente plantados en los caminos sinuosos que se desvían del camino de la
verdad. Dicen que el amor de Dios, pero sus acciones y los hechos demuestran lo
contrario. Están en la iglesia, pero al mismo tiempo, están en el mundo.
Asistir a servicios religiosos, pero el corazón está lejos del Señor.
Conclusión:
Cuando nos fijamos en la vida de Pedro, nos encontramos ante el espejo. A
menudo somos como Pedro. Mostrar confianza en sí mismo, no oran, se precipitan
y seguido a Jesús desde lejos. Sin embargo, no podemos perder el foco. El Señor
no dará por vencido con nosotros, al igual que Pedro no se dio por vencido. A
medida que la hermosa canción: "Quiero volver al primer amor"! Que
así sea para su gloria. ¡Amén!
Ministerio Culto Comunidad
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Apóstol Patrick Lima
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The 4 steps of Peter's fall
Text: "But he said,
Lord, I am ready to go with thee, both into prison and to death. But Jesus said
unto him, I say to you, Peter, that today will deny three times that you know
me, before the cock crows "(Luke 22:33, 34).
Introduction: Before Peter become
an apostle filled with the Spirit, an anointed preacher and an effective
leader, revealed his weakness and went so far as to deny Jesus. Peter fell, his
tears were bitter, but its restoration was complete. Peter's fall went through
some stages. Next, we show the four steps of his fall.
One. Self-reliance
"But he said, Lord I am ready to go with thee, both into prison and
to death" (Luke 22:33).
When Jesus warned Peter about the plan of Satan to sift him as wheat,
Peter replied that he was ready to go with him both to prison and to death.
Peter underestimated the enemy and overestimated the action himself. He put too
much confidence in their own "self", and there began his spiritual
downfall. This was the first step of his fall.
We are living in the heyday of self-help psychology. Bookstores are
crammed with works that teach us to trust ourselves. Christianity says exactly
the opposite. We are weak and limited. We can not walk anchored the staff of
confidence. We need more help from the top of the self-help.
2nd. Indolence
"Rising from prayer, came to the disciples and found them sleeping
for sorrow, 46e said unto them, Why are you sleeping? Arise and pray, that ye
enter not into temptation "(Luke 22:45, 46).
The same Peter who promised fidelity to Christ and a willingness to go
with him to prison and death, is now captive sleep in the garden of Gethsemane
at the height of the battle. He lacked the perception of the gravity of the
moment. He lacked spiritual vigilance. He was handed over to sleep instead of
war with Christ against the hosts of evil. The spiritual weakness of Peter and
made him sleep, to sleep, it failed the test of spiritual vigilance.
Peter's words were reliable, but their attitudes, stumbling. Promises
disempowered evaporate in time of crisis. Sleep replaced the self. The failure
was established on the stage of arrogance.
3rd. Precipitation
"One of them struck the servant of the high priest and cut off his
right ear" (Lk 22:50).
When the Roman soldiers led by Judas Iscariot and the chief priests took
Jesus, Peter drew his sword and cut off the ear of the high priest's servant.
His bravery was carnal. Why not slept and prayed, entered the wrong battle with
the wrong weapons and the wrong motivation. Peter took another step toward the
fall. He slid one more step toward the ground. Our struggle is not against
flesh and blood. We need not fight with carnal weapons, but with spiritual
weapons.
We enter this war with the eyes in the sky and knees on the floor. We
must divest ourselves of the self to receive the help that comes from above.
4th. Followed Jesus from afar
"So arresting him, and took him into the house of the high priest.
Peter followed him afar off "(Lk 22:54).
After Christ was taken to the house of the high priest, Peter plunged
into the shadows of the night and followed Jesus from afar. His courage faded.
His bravery became cowardice. Their commitment to go with Jesus to prison and
death was broken. His unconditional allegiance to the Son of God began to weaken.
Do not want to lose sight of Jesus, but was not willing to take the risks of
their bond with Him
Even today there are many believers followed him at a distance. Still
have some fear of God, but at the same time anesthetize the conscience living
in wrong practices. They tell themselves followers of Christ, but his feet are
firmly planted on the winding paths that deviate from the path of truth. They
say love God, but their actions and deeds prove otherwise. Are in church, but
at the same time, they are in the world. Attending worship services, but the
heart is far from the Lord.
Conclusion: When we look at the
life of Peter, we are facing the mirror. Often we are like Peter. Show
self-confidence, do not pray, are precipitated and followed Jesus from afar.
However, we can not lose focus. The Lord does not give up on us, just as Peter
did not give up. As the beautiful song: "I wanna go back to first
love"! Let it be so for His glory. Amen!
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Les 4 étapes
de la chute de Pierre
Texte:
"Mais il répondit: Seigneur, je suis prêt à aller avec toi et en prison et
à la mort. Mais Jésus lui dit: Je vous le dis, Pierre, qui aujourd'hui renié
trois fois que vous me connaissent, avant le chant du coq »(Luc 22:33, 34).
Introduction: Avant de devenir un
apôtre Pierre remplis de l'Esprit, un prédicateur oint et un leader efficace, a
révélé sa faiblesse et est même allé jusqu'à nier Jésus. Pierre tomba, ses larmes étaient amère, mais son
rétablissement était complet. La chute de Pierre est passé par quelques étapes.
Ensuite, nous montrons les quatre étapes de sa chute.
One. L'autonomie
Mais il répondit: Seigneur,
je suis prêt à aller avec toi et en prison et à la mort» (Luc 22:33).
Quand Jésus a averti Peter
sur le plan de Satan pour le cribler comme le froment, Peter a répondu qu'il
était prêt à aller avec lui à la fois à la prison et à la mort. Peter
sous-estimer l'ennemi et surestimé l'action lui-même. Il a mis trop de
confiance dans leur propre «moi», et il a commencé sa chute spirituelle. Il
s'agissait de la première étape de sa chute.
Nous vivons dans l'âge d'or
de l'auto-assistance psychologie. Les librairies sont entassés avec des œuvres
qui nous enseignent à nous faire confiance. Le christianisme dit exactement
le contraire. Nous sommes faibles et limités. Nous ne pouvons pas marcher ancré le personnel de confiance. Nous avons
besoin de plus d'aide de la partie supérieure de l'auto-assistance.
2e. Indolence
«La montée de la prière,
vint vers les disciples, qu'il trouva endormis de tristesse, 46e, leur dit:
Pourquoi dormez-vous? Levez-vous et priez, afin que vous ne tombiez pas en
tentation »(Luc 22:45, 46).
Le même Pierre qui a promis
fidélité au Christ et une volonté d'aller avec lui à la prison et à la mort, le
sommeil est maintenant en captivité dans le jardin de Gethsémani, au plus fort
de la bataille. Il lui manquait la perception de la gravité du moment. Il a
manqué de vigilance spirituelle. Il a été remis à dormir au lieu de la guerre
avec le Christ contre les hôtes du mal. La faiblesse spirituelle de Pierre et
le fit dormir, dormir, il a échoué au test de vigilance spirituelle.
Les paroles de Pierre
étaient fiables, mais leur attitude, en trébuchant. Promesses sans pouvoir
s'évaporer en temps de crise. Sommeil remplacé l'auto. L'échec a été mis en
place sur la scène de l'arrogance.
3ème. Précipitation
"L'un d'eux frappa le
serviteur du grand prêtre et lui coupa l'oreille droite» (Lc 22:50).
Quand les soldats romains
conduits par Judas Iscariote et les chefs des prêtres prirent donc Jésus,
Pierre tira son épée et coupa l'oreille du serviteur du souverain
sacrificateur. Sa bravoure était charnel. Pourquoi pas dormi et prié, entré
dans la bataille ne va pas avec des armes mal et la motivation erronée. Peter a
fait un autre pas vers l'automne. Il glissa un pas de plus vers le sol. Notre
lutte n'est pas contre la chair et le sang. Nous ne devons pas combattre avec
des armes charnelles, mais avec des armes spirituelles.
Nous entrons dans cette
guerre avec les yeux dans le ciel et les genoux sur le sol. Nous devons nous
départir de soi pour recevoir l'aide qui vient d'en haut.
4ème. Suivi Jésus de loin
"Donc l'arrêter, et l'ont emmené dans la maison du souverain
sacrificateur. Pierre le suivit de loin »(Lc
22:54).
Après que Christ a été
conduit à la maison du grand prêtre, Peter plongé dans les ténèbres de la nuit
et a suivi Jésus de loin. Son courage disparu. Sa bravoure est devenue lâcheté.
Leur engagement pour aller avec Jésus à la prison et la mort a été brisé. Son allégeance inconditionnelle au Fils de Dieu a
commencé à faiblir. Vous ne voulez pas perdre de vue de Jésus, mais il n'était
pas prêt à prendre le risque de leur lien avec lui
Même aujourd'hui, il ya
beaucoup de croyants le suivit à distance. Encore un peu de crainte de Dieu,
mais dans le même temps anesthésier les consciences vivant dans de mauvaises
pratiques. Ils se disent disciples du Christ, mais ses pieds sont fermement
plantés sur les chemins sinueux qui s'écartent de la voie de la vérité. Ils disent
que l'amour de Dieu, mais leurs faits et gestes prouver le contraire. Sont à
l'église, mais en même temps, ils sont dans le monde. Assister à des services
religieux, mais le cœur est loin du Seigneur.
Conclusion:
Quand nous regardons la vie de Pierre, nous sommes en face du miroir. Souvent,
nous sommes comme Pierre. Montrer la confiance en soi, ne prient pas, sont
précipités et ont suivi Jésus de loin. Cependant, nous ne pouvons pas
perdre le focus. Le Seigneur ne nous abandonne, tout comme Pierre n'a pas
abandonné. Comme la très belle chanson: "Je veux retourner au premier
amour"! Qu'il en soit ainsi pour sa
gloire. Amen!
Culte Ministère de la
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sexta-feira, 13 de julho de 2012
O poder de uma Aliança
“Irmãos, como homem falo; se a aliança de um homem for
confirmada, ninguém a anula nem a acrescenta. Ora, as promessas foram feitas a
Abraão e à sua descendência. Não diz: E às descendências, como falando de
muitas, mas como de uma só: E à tua descendência, que é Cristo. Mas digo isto:
Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em Cristo, a lei,
que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a invalida, de forma a abolir a
promessa.” (Gálatas 3:15-17)
A voz da aliança nos leva ao lugar certo. A aliança nos faz romper com o que é
errado e nos prejudica. A aliança nos salva da opressão do inferno. Então, a
aliança tem poder para salvar.
A aliança da salvação.
Quando Deus quis mostrar o poder de uma aliança e como ela deve funcionar, Ele
apresentou Jesus como o Noivo e a Igreja como a Noiva. O Noivo cumpre todas as
solicitações da Noiva, chegando até mesmo a entregar-Se por ela. Assim Deus nos
ensinou como devemos proceder na aliança.
Todos nós fomos salvos pela aliança de Jesus na Cruz do Calvário. Quando alguém
que temos aliança grita por socorro, o aliançado responde. A aliança favorece
nos tempos bons e nos tempos difíceis.
Jesus sempre nos socorre quando buscamos a Sua face. Ele usa pessoas, líderes,
amigos, parentes, alguém que vem em nossa direção quando clamamos. Que Deus
maravilhoso!
A aliança da família
Quantos impactos não tiveram o efeito que poderiam ter, por causa da aliança
que trouxe afago, afeto, carinho e amor na dosagem certa. É assim a aliança
entre o casal. É assim a aliança na família.
É através da aliança que mostramos o quanto somos comprometidos com aqueles que
nela estão envolvidos. Na aliança, não deve haver inadimplência. Diante da
solicitação, na aliança, você precisa se entregar em favor do outro.
Atendendo a solicitação da aliança
Quando alguém exige fazer a sua vontade dentro da aliança, é porque é egoísta.
Há pessoas que só se rendem à aliança quando querem algo que lhes é favorável.
Tal atitude mostra o nível de doença na alma. Cuidado!
A aliança não pode ficar enferma. Toda solicitação na aliança deve ser
cumprida. A aliança sempre busca responder às solicitações do aliançado. Isso
precisa ser uma verdade.
A voz da aliança
Toda aliança tem a voz que pergunta e toda aliança tem a voz que responde. Há
um dia na aliança que você faz a pergunta, mas há um dia na aliança que você
tem que responder.
A voz da aliança pergunta e responde para suprir o diálogo das necessidades de
todos os que nela estão envolvidos. Essa é a força da voz da aliança e na
aliança. Já sabemos como Deus nos mostrou o poder e a voz da aliança, através
de Jesus.
Se a postura na aliança não for correta, a aliança pode ser invalidada. Muitas
pessoas estão em débito com a aliança, vivem como se desconhecessem o poder da
aliança e o quanto ela precisa ser confirmada através da pergunta e da
resposta.
Não faça alianças com estranhos
A Bíblia diz, em Gálatas 3:15-17, que a aliança deve ser feita entre jugo igual
e não desigual. Todas as pessoas que entram em aliança com jugo desigual colhem
malignidades, porque não há comunhão entre luz e trevas.
Não podemos fazer alianças com aqueles que não conhecem o nosso Deus. Podemos
nos relacionar, mas não podemos nos aliançar, porque senão eles prosperarão
através de nós e poderão permanecer os mesmos. E pior, após prosperarem, podem
nos abandonar e ainda arrumar uma confusão conosco.
Se você está pensando o que fazer agora, porque está aliançado com alguém que é
jugo desigual, peça a Deus sabedoria e estratégia para sair dessa aliança sem
causar traumas para ambos os lados. Com certeza, Deus que é misericordioso,
estará dando-lhe o escape.
Não faça aliança com jugo desigual, não seja complacente em fazer o que você
quer e acha que é certo se essa não for a vontade de Deus. Deus não age pelo
que queremos e achamos que é certo. Deus age pela Sua Palavra e pelo que é
certo, correto.
Conheça o poder da aliança que Jesus tem com a Sua Igreja. Renda-se a Ele e
usufrua os benefícios do Reino que estão preparados para sua vida e família.
Assim você prosperará em todas as coisas, e, em tudo o que colocar a mão,
haverá prosperidade. Esta é a maior forma de você mostrar Jesus às pessoas:
através do entendimento do poder da aliança, vivendo por ela e para Ele, Yeshua
Ha Mashiach.
Comunidade Apostólica Ministério Adorar
Ap.Patrick Lima
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Cobertura Espiritual ou Fundamento Apostólico?
Há muito tempo estou para escrever esta mensagem, mas sempre tive muito
temor em função de ser um assunto bastante delicado e controverso. Não queria
me posicionar, e muito menos deixar registrado, uma posição diferente daquela
praticada na maioria das igrejas sem que estivesse respaldo por outros líderes
reconhecidos na igreja mundial. Assim, desta forma, gostaria de afirmar que esta
não é uma teologia “do Patrick”, mas tem o aval de muitos líderes de
proeminência dentro do cenário eclesiástico mundial.
Por muito tempo em minha vida fiquei me perguntando como deveria
funcionar a estrutura de autoridade e governo na igreja. Lia uma coisa na
Bíblia e via várias práticas na igreja que, na grande maioria das vezes, era
completamente diferentes daquilo que via nas Escrituras. Nunca consegui me
alinhar com as práticas correntes das igrejas, pois não via correlação com a
Palavra de Deus. Desta forma me dediquei muito a estudar este caso. Pesquisei
incansavelmente. Busquei posicionamentos diversos. Trouxe vários livros de
autores diferentes de toda parte do mundo. Li toda literatura que encontrei.
Assim, aquilo que passarei a escrever é um compêndio do assunto em questão.
Sei que de alguma forma já tenho sido contestado por alguns
posicionamentos que tenho tomado até então. Também sei que a partir de agora
ainda maiores controvérsias surgirão. Porém meu compromisso não é com a
tradição e muito menos com alguma instituição, mas com Deus e com a restauração
de sua igreja.
O conteúdo deste tema será desenvolvido nesta e nas próximas edições
para que se possa desenvolver na completude a abrangência deste assunto.
Cobertura Espiritual
Nas duas últimas décadas uma prática tomou conta das igrejas. A prática
da “cobertura espiritual”. Esta prática não era conhecida até o surgimento das
igrejas independentes na década de 1970. Para que estas igreja independentes
não ficassem a mercê unicamente de seu líder máximo, e para
que houvesse proteção do pastor, dos membros da igreja local (independente) e,
de forma geral, da igreja global (evitando escândalos e desvios), foi criada
uma forma de segurança através da cobertura espiritual a quem aquele líder ou
igreja se submete. Nas denominações tradicionais por muito tempo não se falou
sobre este assunto, a ainda não se fala em muitas delas, pois a questão da
cobertura espiritual está intrincica nas linhas de governo e autoridade da
denominação.
Porém a prática de “cobertura espiritual” se multiplicou, criando várias
formas e conceitos, indo de uma cobertura espiritual apenas verbal e formal até
uma prestação de contas minuciosa, tendo que o discípulo prestar conta dos
mínimos detalhes de sua vida a sua “cobertura”. Começaram a surgir variáveis
como cobertura para igreja e cobertura para pessoa. Muitos pastores hoje tem
até três “cobertura espirituais“. Uma cobertura pessoal, outra para o modelo de
igreja que escolheram seguir e outra a denominação a que pertencem.
A “cobertura espiritual”, na própria semântica da palavra, contém a compreensão
de proteção. O entendimento é que toda pessoa que se encontra debaixo de uma
“cobertura espiritual” está automaticamente debaixo de proteção. A cobertura
funcionaria como um guarda-chuva de proteção contra os ataques e ciladas do
inimigo.
Mesmo que no conceito de “cobertura espiritual” esteja a idéia de
submissão e prestação de contas a uma autoridade espiritual, na prática isto
não tem funcionado desta maneira. A grande maioria tem falado que está debaixo
de uma certa “cobertura espiritual”, porém não tem nem sequer tido contato por
um longo período de tempo com esta pessoa, muito menos se submetido a sua
orientação e a prestação de contas.
A “Cobertura Espiritual” na Bíblia
Depois de muito tentar encontrar na Bíblia um exemplo que avalizasse a
“cobertura espiritual” como a conhecemos hoje, nada encontrei. Por incrível que
pareça não existe nenhum exemplo bíblico daquilo que chamamos hoje de cobertura
espiritual. Existem sim, muitos exemplos de discipulado (Moisés e Josué, Elias
e Eliseu, Jesus e os 12 apóstolos, Paulo e Timóteo, entre outros), porém não há
exemplos de “cobertura espiritual”. Busquei então em autores que escreveram
sobre este assunto para ver se estava equivocado, porém nenhum conseguiu
explicar a pratica moderna de “cobertura” através de um exemplo bíblico.
Enquanto no discipulado o discípulo é levado a seguir o modelo de seu
mestre (discipulador), a “cobertura espiritual” tem apenas uma conotação de
proteção e não segue a essência do discipulado, ou seja, a imitação de um
modelo (Fp 3:17).
Historicamente tem se visto que a igreja tem desenvolvido sistemas alternativos
para solucionar carências em alguma área da igreja. As organizações
para-eclesiásticas tem se desenvolvido exatamente neste mercado. Alternativas
tem sido desenvolvidas para tapar a brecha daquilo que tem sido negligenciado
pela igreja.
Creio que o modelo de igreja desenvolvido por Deus é completo em si
mesmo. Quando se mexe no modelo estabelecido por Deus, como tem acontecido
através dos séculos, é necessário desenvolver alternativas paralelas para que o
sistema venha a funcionar. Assim são incorporados apêndices na igreja para
tornar viável seu funcionamento. Não sou contra as estruturas
para-eclesiásticas, pois graças a elas chegamos onde estamos. Porém precisamos
caminhar para o modelo de igreja neotestamentária.
A cobertura espiritual se tornou uma destas invenções. Graças a Deus
pela “cobertura espiritual”, pois apesar dela ser uma disfunção bíblica, ela
veio resolver uma situação causada por outra disfunção bíblica, igrejas e
pessoas independentes. Nem uma e nem outra seguem o modelo bíblico.
A Limitação da “Cobertura Espiritual”
Na realidade aquilo que chamamos de cobertura espiritual é uma
pequeníssima parte de um verdadeiro discipulado. Jesus não nos chamou para
darmos ou termos cobertura, mas para sermos e fazermos discípulos. Analisemos a
raiz da palavra cobertura através de um exemplo. Numa guerra um soldado pode
pedir a outro que lhe dê “cobertura” enquanto faz uma investida no campo do
inimigo. O seu colega que o cobre, na verdade o irá proteger. Mas a pergunta é:
o soldado que está sendo protegido está fazendo a coisa certa? Quem garante que
esta é a melhor estratégia? Foi decisão dele ou alguém lhe deu ordens para
fazer aquilo daquela forma? E ainda mais, se por algum motivo qualquer ele se
expor, mesmo que esteja sendo coberto, estará ele protegido e seguro?
Trazendo para dentro da igreja, “cobertura espiritual” não é sinônimo de
segurança, pois mesmo que se esteja debaixo de cobertura, pode se estar fazendo
a coisa errada de forma errada, ou fazendo a coisa certa de forma errada, ou fazendo
a coisa errada de forma certa, pois a cobertura não tem o objetivo de dar
direção, mas proteção, pois a própria semântica da palavra traz esta conotação.
Isto significa que uma pessoa pode estar sob cobertura espiritual, e ao mesmo
tempo pode estar agindo de forma equivocada, perdendo seu tempo, não produzindo
resultados e sendo destruída. Como no exemplo do soldado sendo protegido, a
cobertura apenas garante uma limitada segurança contra algum inimigo que é viso
e percebido pela cobertura, mas não dá garantia de se estar trilhando o caminho
correto.
Cobertura ou Fundamento?
Quando a chuva cair, os rios transbordarem e os ventos sobrarem, não
adianta termos um bom telhado (cobertura) em uma casa para que ela não caia,
mas como a palavra de Deus diz, temos que ter um bom fundamento. A maior
proteção que uma pessoa pode ter para que tenha estabilidade, é estar
alicerçada sobre um bom fundamento (Mt 7:24-27). O fundamento por si só faz o
trabalho de proteção contra as muitas águas, os fortes ventos e as tempestades,
circunstâncias estas criadas pelo inimigo para destruir nossas vidas. O
fundamento é que traz a segurança e proteção que a maioria dos cristãos espera
encontrar em uma “cobertura”. Se quisermos ser vencedores temos que correr
desesperadamente atrás de um bom fundamento e não atrás de uma boa cobertura.
A “Cobertura Espiritual” como fonte de altivez
Hoje se tem falado muito sobre “cobertura espiritual”. Porém,
infelizmente, no meio daqueles que são sinceros, honestos e querem
verdadeiramente ser obedientes a Deus, há alguns que querem alguém com quem
possam se aliançar e, através desta aliança, alcançar projeção e visibilidade
no meio eclesiástico. Querem que suas “coberturas” sejam pessoas famosas e de
prestígio, para serem vistos com aqueles que são importantes. Outro dia ouvi
falar de um caso onde um pastor estava desesperadamente querendo conhecer
aquele que por muitos anos ele dizia ser sua cobertura.
Por outro lado também tenho visto pessoas oferecendo “cobertura
espiritual” como se fosse um negócio, para poderem dizer aos outros que tem uma
grande quantidade de pessoas debaixo de sua “cobertura”, o que os tornam mais
importantes e influentes. Transformaram o amor num negócio. De fato, a questão
de “cobertura espiritual”, em muitos casos, tem se tornado um meio de expressar
soberba, altivez, orgulho e arrogância. Não foi este o plano de Deus para a
arquitetura das linhas de autoridade na igreja.
A construção da igreja (e de nossas vidas) deve ser
baseada num projeto
Se quisermos edificar uma casa de forma segura, correta e que subsista
ao tempo temos que buscar engenheiros e arquitetos que farão um projeto e nos
darão sábias orientações que servirão de base para construirmos. Da mesma forma
quanto a igreja. Se quisermos edificar a igreja de forma correta e segura e que
subsista as intempéries espirituais temos que seguir a orientação de exímios
arquitetos ou construtores espirituais. Não basta termos um bom telhado
(cobertura) para que uma edificação subsista ao tempo. Temos que ter um bom projeto.
Temos que ter uma boa base.
Deus deu capacitação sobrenatural a algumas pessoas para serem estes
arquitetos espirituais de sua igreja, ou seja, pessoas dotadas com aptidões
espirituais para fazerem o projeto e darem orientações sábias que sirvam de base
para se edificar a igreja. Se não tivéssemos pessoas com estes dons na igreja,
estaríamos em sérios problemas, pois cada um construiria conforme seu
pensamento, sem sabedoria e entendimento, o que resultaria em uma igreja
edificada de forma irresponsável que não suportaria aos terremotos da vida.
Quem são os arquitetos espirituais da igreja?
O apóstolo Paulo escreveu que “segundo a graça de Deus que me foi
dada, lancei o fundamento como prudente
construtor; e outro edifica sobre ele” (I Co 3:10). A palavra
grega traduzida como construtor é ARCHITEKTON, de onde deriva a palavra
arquiteto. Um arquiteto é uma pessoa cuja profissão é preparar projetos para
edificações e exercer a superintendência geral em sua construção. Um arquiteto
faz projetos de estruturas complexas, e orienta como edificá-las. Ele planeja e
constrói para alcançar resultados desejados. Ele faz projetos e tem estratégias
definidas em como construir.
Paulo se auto identificava como um arquiteto espiritual. Ele reconhecia
que não era apenas um simples arquiteto, porém, como escreveu, ele se
intitulava como sendo um prudente arquiteto. A palavra grega usada para
prudente significa alguém perito em sua atividade. Uma pessoa experiente e
sábia naquilo que faz. Isto significa que Paulo tinha aptidões diferenciadas
dadas por Deus (dons) para estabelecer as bases arquitetônicas da igreja.
Aquilo que Paulo ensinava era um projeto espiritual com as devidas estratégias
para edificação da igreja. Seus ensinamentos explicavam como Paulo, através de
seus atributos especiais, ou seja, através da graça que Deus lhe havia
concedida, recebera revelação e havia concebido a igreja. Os ensinamentos
apostólicos eram projetos espirituais com suas devidas estratégias para trazer
a cabo estes planos. Esta é uma das principais funções apostólicas.
Quem quiser andar num modelo verdadeiramente bíblico precisa estar
construindo sobre as bases apostólicas. São os apóstolos que receberam a função
e os dons necessários para estabelecerem os fundamentos, ou seja, as bases
arquitetônicas da igreja. Quem construir fora destas bases estará fora da
concepção de funcionamento que Deus fez para sua igreja. A segurança está em
construir sobre as bases corretas e não apenas ter a cobertura correta. Desta
forma, a verdadeira “cobertura espiritual” é construir sobre os
fundamentos apostólico-proféticos.
Como visto nas edições anteriores, quando se fala em “cobertura
espiritual” sobretudo fala-se em fundamento apostólico. “Cobertura espiritual” sem
entendimento claro do que é “fundamento apostólico” é como querer construir uma
casa sem que se saiba o que é o alicerce. A Bíblia diz que “com a sabedoria
edifica-se a casa, e com a inteligência ela se firma” (Pv 24:3). Na
Bíblia a casa é figura da vida de uma pessoa ou da igreja. Tomando este verso
de Provérbios pode-se dizer que para se edificar a vida de uma pessoa ou para
se edificar uma igreja local é necessário sobretudo de sabedoria e não somente
boas intenções.
Toda estrutura de uma casa depende de seu fundamento. Quanto mais forte
o fundamento maior a possibilidade de se edificar um grande edifício sobre ele.
Quem constrói sem fundamento é como se estivesse construindo sem alicerces.
Logo quando soprarem os ventos a casa cairá.
Por isso a Bíblia dá tanta ênfase ao fundamento, pois dele depende toda
estrutura de uma “casa”. Se uma pessoa ou uma igreja não está bem fundamentada,
ela não tem estrutura para suportar as dificuldades que virão, nem terá
capacidade de crescer para se tornar uma grande obra.
O que é o Fundamento na Bíblia?
Se quisermos receber ou dar o que se chama hoje de “cobertura
espiritual” para edificarmos a vida de pessoas e igrejas locais temos que
ter em mente muito claramente de que se constitui o fundamento. Ao observarmos na
Palavra de Deus, vemos que o fundamento é constituído de vários componentes:
Jesus é o fundamento. I Co 3:11 diz: “porque ninguém pode lançar
outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo”.
Jesus é o fundamento da igreja. A construção de uma casa (vida ou igreja)
começa pelo fundamento. Nos tempos bíblicos, a pedra angular era a primeira
pedra colocada em um vértice do fundamento de um prédio e esta pedra tornava-se
o referencial para construção de toda edificação. Toda construção partia desta
pedra. Todas medidas partiam desta pedra. Ela era o início e a base de tudo. A
bíblia nos diz que “ele mesmo, Cristo Jesus, é a pedra angular” (Ef
2:20, I Pe 2:7).
Doutrinas Básicas fazem parte do fundamento. Hb 6:1-2 nos diz:
“deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até a perfeição,
não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras
mortas e de fé em Deus, e da doutrina dos batismos, e da imposição das mãos, e
da ressurreição dos mortos, e do juízo eterno.” Existem certas
doutrinas básicas que fazem parte de nosso fundamento. Estes ensinamentos são
básicos e não podem ser removidos da base da igreja. Ninguém tem o direito de
mexer ou retirar algum deles com o risco de toda casa cair.
Os Apóstolos e Profetas também são o fundamento. A
função de Jesus no fundamento da igreja é única. Ele é a pedra angular. A pedra
angular é apenas uma parte do fundamento. Se Jesus é a pedra angular do
alicerce ele não é todo fundamento. Como vimos, as doutrinas básicas também
fazem parte do fundamento da igreja. Jesus tem uma função específica e única no
fundamento, mas não exclusiva. Além de Jesus, os ensinamentos que partem dele,
da pedra angular, também fazem parte do fundamento. Da mesma forma, os
apóstolos e profetas que também partem dele igualmente fazem parte do
fundamento da igreja. A Palavra de Deus diz: “edificados sobre o fundamento dos
apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular” (Ef
2:20). Uma das poucas vezes que Jesus falou a respeito da igreja ele afirmou ao
apóstolo Pedro: “eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a
minha igreja” (Mt 16:18). Temos aqui dois entendimentos:
Os próprios apóstolos e profetas são o fundamentos. No livro de
Apocalipse o apóstolo João nos fala a respeito da nova Jerusalém: “a muralha
da cidade tinha doze fundamentos, e estavam sobre estes os
doze nomes dos doze apóstolos do Cordeiro” (Ap 21:14).
Além de Jesus especificamente dizer que sobre Pedro (literalmente pedra, rocha)
seria edificada a igreja, também no livro de Apocalipse nos é exemplificado que
o fundamento da muralha da nova Jerusalém tinha o nome dos 12 apóstolos do
Cordeiro. O significado dos apóstolos e profetas serem o fundamento está em que
eles são as estruturas fortes da igreja visível que sustentam no cotidiano a
sua força, estatura, expansão e caráter.
Os ensinamentos apostólicos são o fundamento. O apóstolo Paulo
escreveu: “segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamentocomo
prudente construtor; e outro edifica sobre ele.” Paulo estabeleceu
ensinamentos como fundamento para que outros edifiquem sobre estas bases. Os
ensinamentos apostólicos também faziam parte do fundamento da igreja primitiva.
Conforme havíamos visto nas edições anteriores, Jesus é a pedra angular do
fundamento da igreja de onde parte todo edifício (I Co 3:11, Ef 2:20, I Pe
2:7). As doutrinas básicas (Hb 6:1-2) e as pessoas e ensinamentos dos apóstolos
e profetas (Ef 2:20), que tem origem na própria pessoa de Jesus que é a pedra
angular, também são parte do fundamento da igreja. A pessoa de Jesus e as
doutrinas básicas é algo claramente entendido e aceito na igreja, porém o
entendimento de que os apóstolos e profetas com seus ensinamentos também fazem
parte do fundamento da igreja é algo novo. Com base neste entendimento está
toda compreensão bíblica daquilo que chamamos hoje de “cobertura espiritual”.
Por isso vamos nos deter mais pormenorizadamente neste ponto.
Apóstolos e Profetas como Fundamento da Igreja
Observemos o que o apóstolo Paulo escreve em sua carta aos Romanos:
"esforçando-me, deste modo, por pregar o evangelho, não onde Cristo já
fora anunciado, para não edificar sobre fundamento alheio" (Rm
15:20). Através deste texto podemos entender algumas coisas que nos ajudarão a
compreender a respeito do que significa o fundamento apostólico.
Primeiro, através deste texto entendemos que havia diferentes fundamentos. Paulo
fala de um fundamento alheio, ou seja, um fundamento que não pertencia a ele,
um fundamento de outro apóstolo e/ou profeta (pois eram os apóstolos e/ou
profetas que estabeleciam fundamentos na igreja conforme Ef 2:20).
Entendemos então que na igreja primitiva havia o fundamento de Paulo e o
fundamento de outros apóstolos e profetas, ou seja, havia muitos fundamentos
apostólico-proféticos.
Segundo, este fundamento, diferente do de Paulo, também era cristão, uma vez
que provinha da pregação do evangelho.
Terceiro, Paulo não escreveu que este fundamento alheio ao dele tinha algo de
errado. Pelo contrário. Ele dava liberdade para continuar a se expandir
livremente onde havia sido estabelecido, sem fazer nenhuma advertência ou
objeção. Além disto, ele se sentia confortável que o evangelho estivesse sendo
pregado daquela forma naquele lugar ao ponto de não permanecer naquele
território, partindo para outros lugares onde o evangelho ainda não havia sido
pregado. Se houvesse alguma coisa errada, ele certamente faria alguma
advertência, tentaria colocar as coisas em ordem ou permaneceria naquele lugar
para pregar seu fundamento (se considerasse que o fundamento que ele pregava
fosse o único correto e aceitável).
Através deste texto entendemos que havia alguma diferença ente um
apóstolo e outro no que tange ao que pregavam. Não eram diferenças que
comprometiam o puro evangelho, a fé ou as doutrinas bíblicas, porém eram
diferenças individuais que diferenciavam um apóstolo de outro. Diante disto,
surge a pergunta: o que são estes fundamentos apostólico-proféticos? Antes de
explicar o que são os fundamentos apostólico-proféticos, gostaria de explicar o
que eles não são:
1. O fundamento apostólico-profético não é uma nova doutrina que venha
complementar ou substituir as Escrituras. Aquilo que foi estabelecido no canon
bíblico é insubstituível e completo. Ninguém poderá acrescentar ou tirar nada.
“Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos
escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro
desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e
das coisas que se acham escritas neste livro” (Ap 22:18-19).
2. O fundamento apostólico profético não é uma nova invenção baseada em
alguma elucidação humana (II Pe 1:20). Ou seja, não é algo que saiu do nada,
sem base nenhuma e que leva a alguma lugar diferente daquele que as Escrituras
nos levam.
Aquilo que outros apóstolos pregavam e que era diferente, mas aceitável,
comparando-se àquilo que Paulo pregava, é o que chamo de “ensinamentos
apostólicos”. O que, então, são estes ensinamentos apostólicos que fazem
parte do fundamento da igreja, que diferenciava de um apóstolo de outro na
igreja primitiva?
Para introduzir esta questão quero dar um pequeno exemplo: veja a
diferença das estratégias da igreja de Jerusalém e da igreja de Antioquia. Eram
completamente diferentes. Estavam sendo edificadas sobre algumas premissas
radicalmente distintas. Tinham bases de entendimento diversas. Tinham alguma
parte do fundamento diferenciado uma da outra. Nisto percebemos que existiam
diferenças nos fundamentos que determinavam a forma diferenciada de como
trabalhavam. Este será o tema da próxima edição.
A Missão, os Princípios e a Visão da Igreja
Nas Escrituras Deus nos deixou revelado, entre tantas outras coisas,
qual "a missão" da igreja, ou seja, "o que"
sua igreja deveria fazer. A missão representa "a razão da sua
existência". A missão confere à igreja a sua verdadeira identidade e
propósito. A missão da igreja determina porquê a igreja existe.
Muitos pastores dizem que a visão de sua Igreja é alcançar os perdidos e
discipulá-los e enviá-los. Esta não é a visão de nenhuma
Igreja. Esta é amissão de todas as Igrejas. Nenhuma Igreja pode ter
uma missão muito diferente desta, pois se assim fosse não seria uma igreja
bíblica. Isto é o que as Escrituras dizem ser a missão de todas as Igrejas e
não de uma igreja especificamente.
Além das Escrituras terem registrado a missão da igreja, Deus também nos
deixou registrado os "princípios" em como cumprirmos com esta
missão. Ele não nos deixou registrado especificamente o "como"
cumprirmos com a missão, mas sim os "princípios" em como
cumprirmos com a missão. Se Ele tivesse estabelecido os "comos"
especificamente, talvez estivéssemos nos reunindo em catacumbas e nunca
teríamos entrado nos meios de comunicação da atualidade.
Para exemplificar. A comunhão é um princípio, porém como praticamos a
comunhão muda de geração em geração. A oração é um princípio, porém como oramos
muda de uma cultura para outra.
Os "princípios" não mudam com o tempo ou com as novas
tecnologias disponíveis. Porém, "como" especificamente aplicamos
estes princípios nas diversas épocas e culturas, muda consideravelmente. Os
princípios devem ser contextualizados dentro da cultura e dos recursos
disponíveis e aplicados de acordo com a situação. O "como"
aplicamos os princípios da Palavra na cultura e tempo que vivemos é o que
chamamos atualmente de "visão".
A “visão” de trabalho é baseada nos princípios estabelecidos desde a
antiguidade no cânon bíblico e é tarefa dos apóstolos fundacionais da
atualidade trazer esta visão para igreja. A visão de trabalho é o fundamento
sobre o qual as igrejas apostólicas trabalham.
A Visão Procede de Revelação e Entendimento
Pedro recebeu revelação dos céus que Jesus era o Cristo, o Filho de
Deus. Jesus disse que sobre esta rocha (a revelação e entendimento de Jesus
Cristo como Filho de Deus), Ele edificaria sua igreja (Mt 16:18).
A igreja é edificada sobre a rocha da revelação e entendimento.
Revelação e entendimento é o fundamento sobre a qual a igreja é estabelecida. Sem
revelação apostólica, a igreja não pode ser edificada corretamente.
Diferentes apóstolos são enviados a pregarem diferentes revelações.
Existem apóstolos de fé, libertação, prosperidade, etc. Também existem
apóstolos que estabelecem uma visão prática de trabalho sobre a qual a igreja é
estabelecida. Mesmo que hajam diferentes mensagens reveladas para diferentes
apóstolos, estas revelações são fundacionais. A mensagem do apóstolo estabelece
um forte fundamento sobre o qual os santos devem alicerçar suas vidas e a
igreja deve ser edificada.
A Verdadeira Cobertura Espiritual
Finalizando. Dar cobertura espiritual a alguém ou a uma igreja é
estabelecer os fundamentos sobre os quais estas pessoas ou igrejas são
edificadas. Estar debaixo de cobertura é andar na visão estabelecida pelo
apóstolo. Quem não está edificando sobre a revelação e entendimento apostólico
(visão apostólica), está fora de cobertura espiritual.
Ap.Patrick Lima
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