Pesquisar este blog

Vá ao site da Comunidade Apostólica Ministério Adorar Internacional - Clique aqui...

Vá ao site da Comunidade Apostólica Ministério Adorar Internacional - Clique aqui...
Vá ao site da Comunidade Apostólica Ministério Adorar Internacional

player

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Viúvas no Antigo Testamento


Após uma pequena pesquisa, cheguei aos seguintes resultados. A primeira vez que encontramos a palavra "viúva" é em Gênesis 38. A primeira viúva (Hebraico: אַלְמָנָה) da Bíblia é Tamar, que havia perdido o marido devido aos pecados dele, como está escrito:
" וַיִּקַּח יְהוּדָה אִשָּׁה, לְעֵר בְּכוֹרוֹ; וּשְׁמָהּ, תָּמָר. וַיְהִי, עֵר בְּכוֹר יְהוּדָה--רַע, בְּעֵינֵי יְהוָה; וַיְמִתֵהוּ, יְהוָה. וַיֹּאמֶר יְהוּדָה לְאוֹנָן, בֹּא אֶל-אֵשֶׁת אָחִיךָ וְיַבֵּם אֹתָהּ; וְהָקֵם זֶרַע, לְאָחִיךָ. וַיֵּדַע אוֹנָן, כִּי לֹּא לוֹ יִהְיֶה הַזָּרַע; וְהָיָה אִם-בָּא אֶל-אֵשֶׁת אָחִיו, וְשִׁחֵת אַרְצָה, לְבִלְתִּי נְתָן-זֶרַע, לְאָחִיו. וַיֵּרַע בְּעֵינֵי יְהוָה, אֲשֶׁר עָשָׂה; וַיָּמֶת, גַּם-אֹתוֹ. וַיֹּאמֶר יְהוּדָה לְתָמָר כַּלָּתוֹ שְׁבִי אַלְמָנָה בֵית-אָבִיךְ, עַד-יִגְדַּל שֵׁלָה בְנִי--כִּי אָמַר, פֶּן-יָמוּת גַּם-הוּא כְּאֶחָיו; וַתֵּלֶךְ תָּמָר, וַתֵּשֶׁב בֵּית אָבִיהָ"
"Judá, pois, tomou uma mulher para Er, o seu primogênito, e o seu nome era Tamar. Er, porém, o primogênito de Judá, era mau aos olhos do SENHOR, por isso o SENHOR o matou. Então disse Judá a Onã: Toma a mulher do teu irmão, e casa-te com ela, e suscita descendência a teu irmão. Onã, porém, soube que esta descendência não havia de ser para ele; e aconteceu que, quando possuía a mulher de seu irmão, derramava o sêmen na terra, para não dar descendência a seu irmão. E o que fazia era mau aos olhos do SENHOR, pelo que também o matou. Então disse Judá a Tamar sua nora: Fica-te viúva na casa de teu pai, até que Selá, meu filho, seja grande.” (Gênesis 38:6-11)
Um dos próximos webcast será a respeito desse capítulo, mas devo dizer que em uma primeira análise dessas palavras, podemos ver que Tamar devia ser passiva. Ela deveria ficar na cada do pai dela após a morte do marido.
A próxima menção da palavra "viúva" é na lei bíblica. As viúvas eram uma das pessoas pobres juntamente com os órfãos, como vemos em Êxodo 22:21-24:

" כָּל-אַלְמָנָה וְיָתוֹם, לֹא תְעַנּוּן. אִם-עַנֵּה תְעַנֶּה, אֹתוֹ--כִּי אִם-צָעֹק יִצְעַק אֵלַי, שָׁמֹעַ אֶשְׁמַע צַעֲקָתוֹ. וְחָרָה אַפִּי, וְהָרַגְתִּי אֶתְכֶם בֶּחָרֶב; וְהָיוּ נְשֵׁיכֶם אַלְמָנוֹת, וּבְנֵיכֶם יְתֹמִים"
"A nenhuma viúva nem órfão afligireis. Se de algum modo os afligires, e eles clamarem a mim, eu certamente ouvirei o seu clamor. E a minha ira se acenderá, e vos matarei à espada; e vossas mulheres ficarão viúvas, e vossos filhos órfãos."
Preste atenção a esse mandamento. Se alguém causar tormento a uma viúva, o resultado do seu destino será o mesmo da viúva.
E agora, mais alguns detalhes sobre as viúvas:
Os sacerdotes de Israel não podem tomar viúvas para serem suas esposas (Levítico 21:14). Se a filha do sacerdote se tornar viúva, ela não pode se casar novamente. Ela precisa voltar à casa do pai (Levítico 22:13). As viúvas deveriam ganhar o dízimo a cada três, como está escrito:
" מִקְצֵה שָׁלֹשׁ שָׁנִים, תּוֹצִיא אֶת-כָּל-מַעְשַׂר תְּבוּאָתְךָ, בַּשָּׁנָה, הַהִוא; וְהִנַּחְתָּ, בִּשְׁעָרֶיךָ. וּבָא הַלֵּוִי כִּי אֵין-לוֹ חֵלֶק וְנַחֲלָה עִמָּךְ, וְהַגֵּר וְהַיָּתוֹם וְהָאַלְמָנָה אֲשֶׁר בִּשְׁעָרֶיךָ, וְאָכְלוּ, וְשָׂבֵעוּ--לְמַעַן יְבָרֶכְךָ יְהוָה אֱלֹהֶיךָ, בְּכָל-מַעֲשֵׂה יָדְךָ אֲשֶׁר תַּעֲשֶׂה"
"Ao fim de três anos tirarás todos os dízimos da tua colheita no mesmo ano, e os recolherás dentro das tuas portas; Então virá o levita (pois nem parte nem herança tem contigo), e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, que estão dentro das tuas portas, e comerão, e fartar-se-ão; para que o SENHOR teu Deus te abençoe em toda a obra que as tuas mãos fizerem." (Deuteronômio 14:28-29)
Vocês podem encontrar mais mandamentos sobre os presentes para os pobres e as viúvas entre eles em Deuteronômio 16:9-14; 24:17-21; 26:12-13.
No livro dos Reis, há duas histórias importantes com viúvas. Ambas relacionadas a um profeta importante. Hoje, eu escolhi trazer a história sobre a viúva que Elias precisou ajudar, como descrito em 2 Reis 4:1-7:

" וְאִשָּׁה אַחַת מִנְּשֵׁי בְנֵי-הַנְּבִיאִים צָעֲקָה אֶל-אֱלִישָׁע לֵאמֹר, עַבְדְּךָ אִישִׁי מֵת, וְאַתָּה יָדַעְתָּ, כִּי עַבְדְּךָ הָיָה יָרֵא אֶת-יְהוָה; וְהַנֹּשֶׁה--בָּא לָקַחַת אֶת-שְׁנֵי יְלָדַי לוֹ, לַעֲבָדִים. וַיֹּאמֶר אֵלֶיהָ אֱלִישָׁע, מָה אֶעֱשֶׂה-לָּךְ, הַגִּידִי לִי, מַה-יֶּשׁ-לכי (לָךְ) בַּבָּיִת; וַתֹּאמֶר, אֵין לְשִׁפְחָתְךָ כֹל בַּבַּיִת, כִּי, אִם-אָסוּךְ שָׁמֶן. וַיֹּאמֶר, לְכִי שַׁאֲלִי-לָךְ כֵּלִים מִן-הַחוּץ, מֵאֵת, כָּל-שכנכי (שְׁכֵנָיִךְ)--כֵּלִים רֵקִים, אַל-תַּמְעִיטִי. וּבָאת, וְסָגַרְתְּ הַדֶּלֶת בַּעֲדֵךְ וּבְעַד-בָּנַיִךְ, וְיָצַקְתְּ, עַל כָּל-הַכֵּלִים הָאֵלֶּה; וְהַמָּלֵא, תַּסִּיעִי. וַתֵּלֶךְ, מֵאִתּוֹ, וַתִּסְגֹּר הַדֶּלֶת, בַּעֲדָהּ וּבְעַד בָּנֶיהָ; הֵם מַגִּישִׁים אֵלֶיהָ, וְהִיא מיצקת (מוֹצָקֶת). וַיְהִי כִּמְלֹאת הַכֵּלִים, וַתֹּאמֶר אֶל-בְּנָהּ הַגִּישָׁה אֵלַי עוֹד כֶּלִי, וַיֹּאמֶר אֵלֶיהָ, אֵין עוֹד כֶּלִי; וַיַּעֲמֹד, הַשָּׁמֶן. וַתָּבֹא, וַתַּגֵּד לְאִישׁ הָאֱלֹהִים, וַיֹּאמֶר לְכִי מִכְרִי אֶת-הַשֶּׁמֶן, וְשַׁלְּמִי אֶת-נשיכי (נִשְׁיֵךְ); וְאַתְּ בניכי (וּבָנַיִךְ), תִּחְיִי בַּנּוֹתָר"
"E uma mulher, das mulheres dos filhos dos profetas, clamou a Eliseu, dizendo: Meu marido, teu servo, morreu; e tu sabes que o teu servo temia ao SENHOR; e veio o credor, para levar os meus dois filhos para serem servos. E Eliseu lhe disse: Que te hei de fazer? Dize-me que é o que tens em casa. E ela disse: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite. Então disse ele: Vai, pede emprestadas, de todos os teus vizinhos, vasilhas vazias, não poucas. Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos, e deita o azeite em todas aquelas vasilhas, e põe à parte a que estiver cheia. Partiu, pois, dele, e fechou a porta sobre si e sobre seus filhos; e eles lhe traziam as vasilhas, e ela as enchia. E sucedeu que, cheias que foram as vasilhas, disse a seu filho: Traze-me ainda uma vasilha. Porém ele lhe disse: Não há mais vasilha alguma. Então o azeite parou.Então veio ela, e o fez saber ao homem de Deus; e disse ele: Vai, vende o azeite, e paga a tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto."
O que podemos aprender dessa história? A viúva precisa ter milagres na vida dela para poder pagar suas dívidas. Para mim, as pessoas que deveriam ajudá-la somos nós e não um profeta. É nossa obrigação e compromisso ajudar a todos que sofreram perdas em suas vidas - essa é a nossa dívida!
Tenha uma semana abençoada, Eli
Frases principais da postagem + transcrição + tradução

Hebraico
Transcrição
Tradução
אַלְמָנָה
'almānāh
Viúva
תָּמָר
tāmār
Tamar
יָתוֹם
yātôm
Orfão
שָׁלֹשׁ
šālōš
Três
שָׁנִים
šānîm
Anos
אֲבֵדָה
Ăvēdāh'
Perda

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Aguentando o treinamento e chegando a vitória




Texto: 1 Timóteo 1:19

Deus tem nos chamado para algo grandioso, mas muitos não agüentarão o treinamento ficarão no meio do caminho.

Deus não vai entregar uma multidão para qualquer um, mas sim para aqueles que se superarem em suas debilidades, demonstrando assim uma força e um caráter ultravalente.

Que coisas caracterizaram alguém que suporta o treinamento do Espírito Santo e chega á vitória.

1. Vida Devocional
A vida devocional do líder determinará sua capacidade de super fracassos e avançar contudo e apesar de tudo. A leitura bíblica diária é como colher o maná diário. É a própria sobrevivência espiritual que está em jogo.

Tenho que inventar um tempo para fechar a porta, e ler a Palavra de Deus. Tenho que criar um tempo para a oração no lugar secreto, pois a maioria das bênçãos se conquista é lá, e é lá que se trás as conquistas do mundo espiritual para o mundo físico (Ef 1:3; Mateus 6:6). Tudo que queremos no mundo físico temos que conquistar primeiramente no mundo espiritual.

A bíblia conta no capítulo 30 de I Samuel um dos mais difíceis episódio da vida de Davi. Onde ele perde pessoas amadas e vê seu reino ruindo na sua frente, e o próprio povo querendo apedreja-lo. Nesse momento ele procura um lugar solitário e se renova no Senhor. Algumas traduções dizem no verso 6, e “Davi se animou no Senhor”, outras dizem “Davi se fortaleceu”, outras dizem: “Davi se esforçou”. A vida devocional é capaz de trazer esse novo ânimo ou nova força no Senhor Deus.

Com oração se consegue tudo sem oração não se consegue nada. A oração te põe em contato direto com o Todo Poderoso Deus.

Com o mundo está o braço de carne, mas conosco o Senhor nosso Deus (2 Crônicas 32:8 ).

Precisamos arrancar os discípulos das garras do diabo, mas não conseguiremos isso lutando fisicamente (II Cor 10:1-6).


2. Organização
Deus sempre te fará duas perguntas: 1º O que queres? (2 Reis 2:9) 2º Em quanto tempo? (Marcos 10:51, Êxodo 8:9-10). Se você tiver várias resposta, é porque não tem prioridades e não sabe o que quer, e nem onde quer chegar.

Temos que ter boas ambições (I Tm 3:1). Ou seja, termos anseios ministeriais. E trabalharmos para isso.

Se quero 12 discípulos consolidados em um ano, tenho que ter um por mês, três a cada três meses, seis a cada seis meses, ou então terei que conseguir 12 de uma única vez, e não dará certo.

Se a Igreja faz 5 Encontros por ano apenas, e quero cinqüenta pessoas a mais em um ano, terei que mandar 10 em cada Encontro, ou não irei atingir o alvo.

Tenho que ter uma agenda ou caderno, onde possa plasmar tudo a respeito de minha célula. Quantos Foram ao Encontro, quantos fizeram libertação, quantos na Escola de líderes, quem vem faltando a célula sistematicamente, quem precisa de um aconselhamento especial etc.

Tenho que me organizar porque estou cuidando de vidas, estou pastoreando pessoas preciosas para Jesus.


3. Motivação
Esse é o ponto fundamental. Sem motivação não ganharemos as batalhas da vida. Motivação tem a ver com três coisas: 1º Fé (Marcos 4:40, Apocalipse 21:8) A incredulidade produz timidez, a fé produz ousadia. 2º Sonho (Gênesis 28:10-22), O sonho nos impulsiona para a frente, Jacó levantou cheio de projetos. 3º Visão (Hebreus 11:27).

Comunidade Apostólica Ministério Adorar
Apóstolo Patrick Lima

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Os 4 degraus da queda de Pedro - Português, Español, English, Français




Texto: “Ele, porém, respondeu: Senhor, estou pronto a ir contigo, tanto para a prisão como para a morte. Mas Jesus lhe disse: Afirmo-te, Pedro, que, hoje, três vezes negarás que me conheces, antes que o galo cante” (Lc 22.33, 34).

Introdução: Antes de Pedro tornar-se um apóstolo cheio do Espírito Santo, um pregador ungido e um líder eficaz, revelou sua fraqueza e chegou ao ponto de negar a Jesus. Pedro caiu, suas lágrimas foram amargas, mas sua restauração foi completa. A queda de Pedro passou por alguns estágios. A seguir, mostraremos os quatro degraus de sua queda.

1. Autoconfiança 
“Ele, porém, respondeu: Senhor estou pronto a ir contigo, tanto para a prisão como para a morte” (Lc 22.33).
Quando Jesus alertou Pedro acerca do plano de Satanás de peneirá-lo como trigo, Pedro respondeu que estava pronto a ir com Ele tanto para a prisão como para a morte. Pedro subestimou a ação do inimigo e superestimou a si mesmo. Ele pôs exagerada confiança no seu próprio “eu”, e aí começou sua derrocada espiritual. Este foi o primeiro degrau de sua queda.

Estamos vivendo o apogeu da psicologia de autoajuda. As livrarias estão abarrotadas de obras que nos ensinam a confiar em nós mesmos. O cristianismo diz exatamente o contrário. Somos fracos e limitados. Não podemos andar escorados no bordão da autoconfiança. Precisamos mais da ajuda do alto do que a autoajuda.

2. Indolência 
“Levantando-se da oração, foi ter com os discípulos, e os achou dormindo de tristeza, 46e disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação” (Lc 22.45, 46).
O mesmo Pedro que prometeu fidelidade a Cristo e a disposição de ir com ele para a prisão e a morte, agora está cativo do sono no jardim do Getsemani no auge da batalha. Faltou-lhe a percepção da gravidade do momento. Faltou-lhe vigilância espiritual. Estava entregue ao sono em vez de guerrear com Cristo contra as hostes do mal. A fraqueza espiritual de Pedro fê-lo dormir e, ao dormir, fracassou no teste da vigilância espiritual.

As palavras de Pedro eram de confiança, mas suas atitudes, trôpegas. Promessas desprovidas de poder evaporam na hora da crise. O sono substituiu a autoconfiança. O fracasso se estabeleceu no palco da arrogância.

3. Precipitação 
“Um deles feriu o servo do sumo sacerdote e cortou-lhe a orelha direita” (Lc 22.50).
Quando os soldados romanos, liderados por Judas Iscariotes e pelos principais sacerdotes, prenderam a Jesus, Pedro sacou sua espada e cortou a orelha do servo do sumo sacerdote. Sua valentia era carnal. Porque dormiu e não orou, entrou na batalha errada, com as armas erradas e a motivação errada. Pedro deu mais um passo na direção da queda. Ele deslizou mais um degrau rumo ao chão. Nossa luta não é contra carne e sangue. Precisamos lutar não com armas carnais, mas sim com armas espirituais.

Precisamos entrar nessa guerra com os olhos no céu e os joelhos no chão. Precisamos despojar-nos da autoconfiança para recebermos o socorro que vem do alto.

4. Seguia a Jesus de longe
“Então, prendendo-o, o levaram e o introduziram na casa do sumo sacerdote. Pedro seguia de longe” (Lc 22.54).
Depois que Cristo foi levado para a casa do sumo sacerdote, Pedro mergulhou nas sombras da noite e seguia a Jesus de longe. Sua coragem desvaneceu. Sua valentia tornou-se covardia. Seu compromisso de ir com Jesus para a prisão e a morte foi quebrado. Sua fidelidade incondicional ao Filho de Deus começou a enfraquecer. Não queria perder Jesus de vista, mas também não estava disposto a assumir os riscos de sua ligação com Ele.

Ainda hoje há muitos crentes seguindo Jesus de longe. Ainda guardam certo temor de Deus, mas ao mesmo tempo anestesiam a consciência vivendo em práticas erradas. Dizem-se seguidores de Cristo, mas seus pés estão fincados nas sendas sinuosas que desviam do caminho da verdade. Dizem amar a Deus, mas suas atitudes e obras provam o contrário. Estão na igreja, mas ao mesmo tempo, estão no mundo. Frequentam os cultos, mas o coração está longe do Senhor.

Conclusão: Ao olharmos para a vida de Pedro, estamos diante do espelho. Muitas vezes somos como Pedro. Mostramos autoconfiança, não oramos, somos precipitados e, seguimos Jesus de longe. Todavia, não podemos perder o foco. O Eterno não desiste de nós, assim como não desistiu de Pedro. Como diz o lindo cântico: “Eu quero voltar ao primeiro amor”! Que seja assim, para a glória Dele. Amém!
Comunidade Apostólica Ministério Adorar
Apóstolo Patrick Lima

Visite:
www.comunidadeapostolicadorar.blogspot.com
www.terradeadoradores.com
www.tvapostolica.com
www.portalapostolica.net
www.portalapostolica.com
www.musicapostolica.com
www.editorapostolica.com

Los 4 pasos de la caída de Pedro
Texto: "Y él dijo: Señor, dispuesto estoy a ir contigo no sólo a la cárcel ya la muerte. Pero Jesús le dijo: Yo os digo, Pedro, que hoy será negado tres veces que me conoces, antes de que cante el gallo "(Lucas 22:33, 34).

Introducción: Antes de convertirse en un apóstol Pedro lleno del Espíritu, un predicador ungido y un líder efectivo, reveló su debilidad y se fue tan lejos como para negar a Jesús. Pedro cayó, sus lágrimas eran amargas, pero su recuperación fue completa. La caída de Pedro pasó por algunas etapas. A continuación, se muestran los cuatro pasos de su caída.

Una. Confianza en sí mismo
"Y él dijo: Señor, estoy dispuesto a ir contigo no sólo a la cárcel ya la muerte" (Lucas 22:33).
Cuando Jesús le advirtió a Pedro sobre el plan de Satanás para zarandearlo como trigo, Pedro les dijo que estaba dispuesto a ir con él a la cárcel ya la muerte. Peter subestimar al enemigo y sobreestimó la acción sí mismo. Se puso demasiada confianza en su propio "yo", y ahí empezó su caída espiritual. Este fue el primer paso de su caída.

Estamos viviendo en la época dorada de la psicología del self-help. Las librerías están repletas de obras que nos enseñan a confiar en nosotros mismos. El cristianismo dice exactamente lo contrario. Somos débiles y limitados. No podemos caminar anclado al personal de confianza. Necesitamos más ayuda de la parte superior de la auto-ayuda.

2 º. Indolencia
"Levantándose de la oración, vino donde los discípulos y los encontró dormidos por la tristeza, 46e, les dijo: ¿Por qué dormís? Levantaos y orad, para que no entréis en tentación "(Lucas 22:45, 46).
El mismo Pedro quien prometió fidelidad a Cristo ya su disposición a ir con él a la cárcel y la muerte, el sueño es ahora prisionero en el jardín de Getsemaní, en el apogeo de la batalla. Carecía de la percepción de la gravedad del momento. Carecía de vigilancia espiritual. Fue entregado a dormir en vez de la guerra con Cristo contra las huestes del mal. La debilidad espiritual de Pedro y lo hizo dormir, a dormir, que no pasó la prueba de vigilancia espiritual.

Las palabras de Pedro son fiables, pero sus actitudes tropiezo. Promesas sin poder evaporarse en tiempos de crisis. Sueño sustituye el yo. El fallo se estableció en el escenario de la arrogancia.

3 º. Precipitación
"Uno de ellos hirió al siervo del sumo sacerdote y le cortó la oreja derecha" (Lc 22:50).
Cuando los soldados romanos encabezados por Judas Iscariote y los principales sacerdotes, tomando Jesús, Pedro sacó su espada y le cortó la oreja al siervo del sumo sacerdote. Su valentía era carnal. ¿Por qué no dormía y oró, entró en la batalla mal con las armas equivocadas y la motivación equivocada. Peter dio otro paso hacia la caída. Se deslizó un paso más hacia el suelo. Nuestra lucha no es contra carne y sangre. No tenemos que luchar con armas carnales, sino con armas espirituales.

Entramos en esta guerra con los ojos en el cielo y las rodillas en el suelo. Debemos despojarnos del yo para recibir la ayuda que viene de lo alto.

4 º. Seguido a Jesús desde lejos
"Así que lo detuvo, y lo llevaron a la casa del sumo sacerdote. Pedro le seguía de lejos "(Lc 22:54).
Después de que Cristo fue llevado a la casa del sumo sacerdote, Pedro se hundió en las sombras de la noche y siguió a Jesús desde lejos. Su coraje se desvaneció. Su valentía se convirtió en la cobardía. Su compromiso de ir con Jesús a la cárcel y la muerte se había roto. Su lealtad incondicional al Hijo de Dios comenzó a debilitarse. No queremos perder de vista a Jesús, pero no estaba dispuesto a correr los riesgos de su unión con Él.

Incluso hoy en día hay muchos creyentes le seguía de lejos. ¿Todavía tiene algo de temor de Dios, pero al mismo tiempo anestesiar la conciencia que viven en las prácticas equivocadas. Le dicen a sí mismos seguidores de Cristo, pero sus pies están firmemente plantados en los caminos sinuosos que se desvían del camino de la verdad. Dicen que el amor de Dios, pero sus acciones y los hechos demuestran lo contrario. Están en la iglesia, pero al mismo tiempo, están en el mundo. Asistir a servicios religiosos, pero el corazón está lejos del Señor.

Conclusión: Cuando nos fijamos en la vida de Pedro, nos encontramos ante el espejo. A menudo somos como Pedro. Mostrar confianza en sí mismo, no oran, se precipitan y seguido a Jesús desde lejos. Sin embargo, no podemos perder el foco. El Señor no dará por vencido con nosotros, al igual que Pedro no se dio por vencido. A medida que la hermosa canción: "Quiero volver al primer amor"! Que así sea para su gloria. ¡Amén!
Ministerio Culto Comunidad Apostólica
Apóstol Patrick Lima


visite:
www.comunidadeapostolicadorar.blogspot.com
www.terradeadoradores.com
www.tvapostolica.com
www.portalapostolica.net
www.portalapostolica.com
www.musicapostolica.com
www.editorapostolica.com

The 4 steps of Peter's fall
Text: "But he said, Lord, I am ready to go with thee, both into prison and to death. But Jesus said unto him, I say to you, Peter, that today will deny three times that you know me, before the cock crows "(Luke 22:33, 34).

Introduction: Before Peter become an apostle filled with the Spirit, an anointed preacher and an effective leader, revealed his weakness and went so far as to deny Jesus. Peter fell, his tears were bitter, but its restoration was complete. Peter's fall went through some stages. Next, we show the four steps of his fall.

One. Self-reliance
"But he said, Lord I am ready to go with thee, both into prison and to death" (Luke 22:33).
When Jesus warned Peter about the plan of Satan to sift him as wheat, Peter replied that he was ready to go with him both to prison and to death. Peter underestimated the enemy and overestimated the action himself. He put too much confidence in their own "self", and there began his spiritual downfall. This was the first step of his fall.

We are living in the heyday of self-help psychology. Bookstores are crammed with works that teach us to trust ourselves. Christianity says exactly the opposite. We are weak and limited. We can not walk anchored the staff of confidence. We need more help from the top of the self-help.

2nd. Indolence
"Rising from prayer, came to the disciples and found them sleeping for sorrow, 46e said unto them, Why are you sleeping? Arise and pray, that ye enter not into temptation "(Luke 22:45, 46).
The same Peter who promised fidelity to Christ and a willingness to go with him to prison and death, is now captive sleep in the garden of Gethsemane at the height of the battle. He lacked the perception of the gravity of the moment. He lacked spiritual vigilance. He was handed over to sleep instead of war with Christ against the hosts of evil. The spiritual weakness of Peter and made him sleep, to sleep, it failed the test of spiritual vigilance.

Peter's words were reliable, but their attitudes, stumbling. Promises disempowered evaporate in time of crisis. Sleep replaced the self. The failure was established on the stage of arrogance.

3rd. Precipitation
"One of them struck the servant of the high priest and cut off his right ear" (Lk 22:50).
When the Roman soldiers led by Judas Iscariot and the chief priests took Jesus, Peter drew his sword and cut off the ear of the high priest's servant. His bravery was carnal. Why not slept and prayed, entered the wrong battle with the wrong weapons and the wrong motivation. Peter took another step toward the fall. He slid one more step toward the ground. Our struggle is not against flesh and blood. We need not fight with carnal weapons, but with spiritual weapons.

We enter this war with the eyes in the sky and knees on the floor. We must divest ourselves of the self to receive the help that comes from above.

4th. Followed Jesus from afar
"So arresting him, and took him into the house of the high priest. Peter followed him afar off "(Lk 22:54).
After Christ was taken to the house of the high priest, Peter plunged into the shadows of the night and followed Jesus from afar. His courage faded. His bravery became cowardice. Their commitment to go with Jesus to prison and death was broken. His unconditional allegiance to the Son of God began to weaken. Do not want to lose sight of Jesus, but was not willing to take the risks of their bond with Him

Even today there are many believers followed him at a distance. Still have some fear of God, but at the same time anesthetize the conscience living in wrong practices. They tell themselves followers of Christ, but his feet are firmly planted on the winding paths that deviate from the path of truth. They say love God, but their actions and deeds prove otherwise. Are in church, but at the same time, they are in the world. Attending worship services, but the heart is far from the Lord.

Conclusion: When we look at the life of Peter, we are facing the mirror. Often we are like Peter. Show self-confidence, do not pray, are precipitated and followed Jesus from afar. However, we can not lose focus. The Lord does not give up on us, just as Peter did not give up. As the beautiful song: "I wanna go back to first love"! Let it be so for His glory. Amen!

Ministry Apostolic Community Worship
Apostle Patrick Lima

visit:
www.comunidadeapostolicadorar.blogspot.com
www.terradeadoradores.com
www.tvapostolica.com
www.portalapostolica.net
www.portalapostolica.com
www.musicapostolica.com
www.editorapostolica.com

Les 4 étapes de la chute de Pierre
Texte: "Mais il répondit: Seigneur, je suis prêt à aller avec toi et en prison et à la mort. Mais Jésus lui dit: Je vous le dis, Pierre, qui aujourd'hui renié trois fois que vous me connaissent, avant le chant du coq »(Luc 22:33, 34).

Introduction: Avant de devenir un apôtre Pierre remplis de l'Esprit, un prédicateur oint et un leader efficace, a révélé sa faiblesse et est même allé jusqu'à nier Jésus. Pierre tomba, ses larmes étaient amère, mais son rétablissement était complet. La chute de Pierre est passé par quelques étapes. Ensuite, nous montrons les quatre étapes de sa chute.

One. L'autonomie
Mais il répondit: Seigneur, je suis prêt à aller avec toi et en prison et à la mort» (Luc 22:33).
Quand Jésus a averti Peter sur le plan de Satan pour le cribler comme le froment, Peter a répondu qu'il était prêt à aller avec lui à la fois à la prison et à la mort. Peter sous-estimer l'ennemi et surestimé l'action lui-même. Il a mis trop de confiance dans leur propre «moi», et il a commencé sa chute spirituelle. Il s'agissait de la première étape de sa chute.

Nous vivons dans l'âge d'or de l'auto-assistance psychologie. Les librairies sont entassés avec des œuvres qui nous enseignent à nous faire confiance. Le christianisme dit exactement le contraire. Nous sommes faibles et limités. Nous ne pouvons pas marcher ancré le personnel de confiance. Nous avons besoin de plus d'aide de la partie supérieure de l'auto-assistance.

2e. Indolence
«La montée de la prière, vint vers les disciples, qu'il trouva endormis de tristesse, 46e, leur dit: Pourquoi dormez-vous? Levez-vous et priez, afin que vous ne tombiez pas en tentation »(Luc 22:45, 46).
Le même Pierre qui a promis fidélité au Christ et une volonté d'aller avec lui à la prison et à la mort, le sommeil est maintenant en captivité dans le jardin de Gethsémani, au plus fort de la bataille. Il lui manquait la perception de la gravité du moment. Il a manqué de vigilance spirituelle. Il a été remis à dormir au lieu de la guerre avec le Christ contre les hôtes du mal. La faiblesse spirituelle de Pierre et le fit dormir, dormir, il a échoué au test de vigilance spirituelle.

Les paroles de Pierre étaient fiables, mais leur attitude, en trébuchant. Promesses sans pouvoir s'évaporer en temps de crise. Sommeil remplacé l'auto. L'échec a été mis en place sur la scène de l'arrogance.

3ème. Précipitation
"L'un d'eux frappa le serviteur du grand prêtre et lui coupa l'oreille droite» (Lc 22:50).
Quand les soldats romains conduits par Judas Iscariote et les chefs des prêtres prirent donc Jésus, Pierre tira son épée et coupa l'oreille du serviteur du souverain sacrificateur. Sa bravoure était charnel. Pourquoi pas dormi et prié, entré dans la bataille ne va pas avec des armes mal et la motivation erronée. Peter a fait un autre pas vers l'automne. Il glissa un pas de plus vers le sol. Notre lutte n'est pas contre la chair et le sang. Nous ne devons pas combattre avec des armes charnelles, mais avec des armes spirituelles.

Nous entrons dans cette guerre avec les yeux dans le ciel et les genoux sur le sol. Nous devons nous départir de soi pour recevoir l'aide qui vient d'en haut.

4ème. Suivi Jésus de loin
"Donc l'arrêter, et l'ont emmené dans la maison du souverain sacrificateur. Pierre le suivit de loin »(Lc 22:54).
Après que Christ a été conduit à la maison du grand prêtre, Peter plongé dans les ténèbres de la nuit et a suivi Jésus de loin. Son courage disparu. Sa bravoure est devenue lâcheté. Leur engagement pour aller avec Jésus à la prison et la mort a été brisé. Son allégeance inconditionnelle au Fils de Dieu a commencé à faiblir. Vous ne voulez pas perdre de vue de Jésus, mais il n'était pas prêt à prendre le risque de leur lien avec lui

Même aujourd'hui, il ya beaucoup de croyants le suivit à distance. Encore un peu de crainte de Dieu, mais dans le même temps anesthésier les consciences vivant dans de mauvaises pratiques. Ils se disent disciples du Christ, mais ses pieds sont fermement plantés sur les chemins sinueux qui s'écartent de la voie de la vérité. Ils disent que l'amour de Dieu, mais leurs faits et gestes prouver le contraire. Sont à l'église, mais en même temps, ils sont dans le monde. Assister à des services religieux, mais le cœur est loin du Seigneur.

Conclusion: Quand nous regardons la vie de Pierre, nous sommes en face du miroir. Souvent, nous sommes comme Pierre. Montrer la confiance en soi, ne prient pas, sont précipités et ont suivi Jésus de loin. Cependant, nous ne pouvons pas perdre le focus. Le Seigneur ne nous abandonne, tout comme Pierre n'a pas abandonné. Comme la très belle chanson: "Je veux retourner au premier amour"! Qu'il en soit ainsi pour sa gloire. Amen!

Culte Ministère de la Communauté apostolique
Apôtre Patrick Lima

visitez:
www.comunidadeapostolicadorar.blogspot.com
www.terradeadoradores.com
www.tvapostolica.com
www.portalapostolica.net
www.portalapostolica.com
www.musicapostolica.com
www.editorapostolica.com

sexta-feira, 13 de julho de 2012

O poder de uma Aliança




“Irmãos, como homem falo; se a aliança de um homem for confirmada, ninguém a anula nem a acrescenta. Ora, as promessas foram feitas a Abraão e à sua descendência. Não diz: E às descendências, como falando de muitas, mas como de uma só: E à tua descendência, que é Cristo. Mas digo isto: Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em Cristo, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a invalida, de forma a abolir a promessa.” (Gálatas 3:15-17)

A voz da aliança nos leva ao lugar certo. A aliança nos faz romper com o que é errado e nos prejudica. A aliança nos salva da opressão do inferno. Então, a aliança tem poder para salvar.

A aliança da salvação.

Quando Deus quis mostrar o poder de uma aliança e como ela deve funcionar, Ele apresentou Jesus como o Noivo e a Igreja como a Noiva. O Noivo cumpre todas as solicitações da Noiva, chegando até mesmo a entregar-Se por ela. Assim Deus nos ensinou como devemos proceder na aliança.

Todos nós fomos salvos pela aliança de Jesus na Cruz do Calvário. Quando alguém que temos aliança grita por socorro, o aliançado responde. A aliança favorece nos tempos bons e nos tempos difíceis.

Jesus sempre nos socorre quando buscamos a Sua face. Ele usa pessoas, líderes, amigos, parentes, alguém que vem em nossa direção quando clamamos. Que Deus maravilhoso!

A aliança da família

Quantos impactos não tiveram o efeito que poderiam ter, por causa da aliança que trouxe afago, afeto, carinho e amor na dosagem certa. É assim a aliança entre o casal. É assim a aliança na família.

É através da aliança que mostramos o quanto somos comprometidos com aqueles que nela estão envolvidos. Na aliança, não deve haver inadimplência. Diante da solicitação, na aliança, você precisa se entregar em favor do outro.

Atendendo a solicitação da aliança

Quando alguém exige fazer a sua vontade dentro da aliança, é porque é egoísta. Há pessoas que só se rendem à aliança quando querem algo que lhes é favorável. Tal atitude mostra o nível de doença na alma. Cuidado!

A aliança não pode ficar enferma. Toda solicitação na aliança deve ser cumprida. A aliança sempre busca responder às solicitações do aliançado. Isso precisa ser uma verdade.

A voz da aliança

Toda aliança tem a voz que pergunta e toda aliança tem a voz que responde. Há um dia na aliança que você faz a pergunta, mas há um dia na aliança que você tem que responder.

A voz da aliança pergunta e responde para suprir o diálogo das necessidades de todos os que nela estão envolvidos. Essa é a força da voz da aliança e na aliança. Já sabemos como Deus nos mostrou o poder e a voz da aliança, através de Jesus.

Se a postura na aliança não for correta, a aliança pode ser invalidada. Muitas pessoas estão em débito com a aliança, vivem como se desconhecessem o poder da aliança e o quanto ela precisa ser confirmada através da pergunta e da resposta.

Não faça alianças com estranhos

A Bíblia diz, em Gálatas 3:15-17, que a aliança deve ser feita entre jugo igual e não desigual. Todas as pessoas que entram em aliança com jugo desigual colhem malignidades, porque não há comunhão entre luz e trevas.

Não podemos fazer alianças com aqueles que não conhecem o nosso Deus. Podemos nos relacionar, mas não podemos nos aliançar, porque senão eles prosperarão através de nós e poderão permanecer os mesmos. E pior, após prosperarem, podem nos abandonar e ainda arrumar uma confusão conosco.

Se você está pensando o que fazer agora, porque está aliançado com alguém que é jugo desigual, peça a Deus sabedoria e estratégia para sair dessa aliança sem causar traumas para ambos os lados. Com certeza, Deus que é misericordioso, estará dando-lhe o escape.

Não faça aliança com jugo desigual, não seja complacente em fazer o que você quer e acha que é certo se essa não for a vontade de Deus. Deus não age pelo que queremos e achamos que é certo. Deus age pela Sua Palavra e pelo que é certo, correto.

Conheça o poder da aliança que Jesus tem com a Sua Igreja. Renda-se a Ele e usufrua os benefícios do Reino que estão preparados para sua vida e família. Assim você prosperará em todas as coisas, e, em tudo o que colocar a mão, haverá prosperidade. Esta é a maior forma de você mostrar Jesus às pessoas: através do entendimento do poder da aliança, vivendo por ela e para Ele, Yeshua Ha Mashiach.

Comunidade Apostólica Ministério Adorar
Ap.Patrick Lima

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Cobertura Espiritual ou Fundamento Apostólico?




Há muito tempo estou para escrever esta mensagem, mas sempre tive muito temor em função de ser um assunto bastante delicado e controverso. Não queria me posicionar, e muito menos deixar registrado, uma posição diferente daquela praticada na maioria das igrejas sem que estivesse respaldo por outros líderes reconhecidos na igreja mundial. Assim, desta forma, gostaria de afirmar que esta não é uma teologia “do Patrick”, mas tem o aval de muitos líderes de proeminência dentro do cenário eclesiástico mundial.
Por muito tempo em minha vida fiquei me perguntando como deveria funcionar a estrutura de autoridade e governo na igreja. Lia uma coisa na Bíblia e via várias práticas na igreja que, na grande maioria das vezes, era completamente diferentes daquilo que via nas Escrituras. Nunca consegui me alinhar com as práticas correntes das igrejas, pois não via correlação com a Palavra de Deus. Desta forma me dediquei muito a estudar este caso. Pesquisei incansavelmente. Busquei posicionamentos diversos. Trouxe vários livros de autores diferentes de toda parte do mundo. Li toda literatura que encontrei. Assim, aquilo que passarei a escrever é um compêndio do assunto em questão.
Sei que de alguma forma já tenho sido contestado por alguns posicionamentos que tenho tomado até então. Também sei que a partir de agora ainda maiores controvérsias surgirão. Porém meu compromisso não é com a tradição e muito menos com alguma instituição, mas com Deus e com a restauração de sua igreja.
O conteúdo deste tema será desenvolvido nesta e nas próximas edições para que se possa desenvolver na completude a abrangência deste assunto.
Cobertura Espiritual
Nas duas últimas décadas uma prática tomou conta das igrejas. A prática da “cobertura espiritual”. Esta prática não era conhecida até o surgimento das igrejas independentes na década de 1970. Para que estas igreja independentes não ficassem a mercê unicamente de seu líder máximo, e para que houvesse proteção do pastor, dos membros da igreja local (independente) e, de forma geral, da igreja global (evitando escândalos e desvios), foi criada uma forma de segurança através da cobertura espiritual a quem aquele líder ou igreja se submete. Nas denominações tradicionais por muito tempo não se falou sobre este assunto, a ainda não se fala em muitas delas, pois a questão da cobertura espiritual está intrincica nas linhas de governo e autoridade da denominação.
Porém a prática de “cobertura espiritual” se multiplicou, criando várias formas e conceitos, indo de uma cobertura espiritual apenas verbal e formal até uma prestação de contas minuciosa, tendo que o discípulo prestar conta dos mínimos detalhes de sua vida a sua “cobertura”. Começaram a surgir variáveis como cobertura para igreja e cobertura para pessoa. Muitos pastores hoje tem até três “cobertura espirituais“. Uma cobertura pessoal, outra para o modelo de igreja que escolheram seguir e outra a denominação a que pertencem.
A “cobertura espiritual”, na própria semântica da palavra, contém a compreensão de proteção. O entendimento é que toda pessoa que se encontra debaixo de uma “cobertura espiritual” está automaticamente debaixo de proteção. A cobertura funcionaria como um guarda-chuva de proteção contra os ataques e ciladas do inimigo.
Mesmo que no conceito de “cobertura espiritual” esteja a idéia de submissão e prestação de contas a uma autoridade espiritual, na prática isto não tem funcionado desta maneira. A grande maioria tem falado que está debaixo de uma certa “cobertura espiritual”, porém não tem nem sequer tido contato por um longo período de tempo com esta pessoa, muito menos se submetido a sua orientação e a prestação de contas.

A “Cobertura Espiritual” na Bíblia
Depois de muito tentar encontrar na Bíblia um exemplo que avalizasse a “cobertura espiritual” como a conhecemos hoje, nada encontrei. Por incrível que pareça não existe nenhum exemplo bíblico daquilo que chamamos hoje de cobertura espiritual. Existem sim, muitos exemplos de discipulado (Moisés e Josué, Elias e Eliseu, Jesus e os 12 apóstolos, Paulo e Timóteo, entre outros), porém não há exemplos de “cobertura espiritual”. Busquei então em autores que escreveram sobre este assunto para ver se estava equivocado, porém nenhum conseguiu explicar a pratica moderna de “cobertura” através de um exemplo bíblico.
Enquanto no discipulado o discípulo é levado a seguir o modelo de seu mestre (discipulador), a “cobertura espiritual” tem apenas uma conotação de proteção e não segue a essência do discipulado, ou seja, a imitação de um modelo (Fp 3:17).
Historicamente tem se visto que a igreja tem desenvolvido sistemas alternativos para solucionar carências em alguma área da igreja. As organizações para-eclesiásticas tem se desenvolvido exatamente neste mercado. Alternativas tem sido desenvolvidas para tapar a brecha daquilo que tem sido negligenciado pela igreja.
Creio que o modelo de igreja desenvolvido por Deus é completo em si mesmo. Quando se mexe no modelo estabelecido por Deus, como tem acontecido através dos séculos, é necessário desenvolver alternativas paralelas para que o sistema venha a funcionar. Assim são incorporados apêndices na igreja para tornar viável seu funcionamento. Não sou contra as estruturas para-eclesiásticas, pois graças a elas chegamos onde estamos. Porém precisamos caminhar para o modelo de igreja neotestamentária.
A cobertura espiritual se tornou uma destas invenções. Graças a Deus pela “cobertura espiritual”, pois apesar dela ser uma disfunção bíblica, ela veio resolver uma situação causada por outra disfunção bíblica, igrejas e pessoas independentes. Nem uma e nem outra seguem o modelo bíblico.
A Limitação da “Cobertura Espiritual”
Na realidade aquilo que chamamos de cobertura espiritual é uma pequeníssima parte de um verdadeiro discipulado. Jesus não nos chamou para darmos ou termos cobertura, mas para sermos e fazermos discípulos. Analisemos a raiz da palavra cobertura através de um exemplo. Numa guerra um soldado pode pedir a outro que lhe dê “cobertura” enquanto faz uma investida no campo do inimigo. O seu colega que o cobre, na verdade o irá proteger. Mas a pergunta é: o soldado que está sendo protegido está fazendo a coisa certa? Quem garante que esta é a melhor estratégia? Foi decisão dele ou alguém lhe deu ordens para fazer aquilo daquela forma? E ainda mais, se por algum motivo qualquer ele se expor, mesmo que esteja sendo coberto, estará ele protegido e seguro?
Trazendo para dentro da igreja, “cobertura espiritual” não é sinônimo de segurança, pois mesmo que se esteja debaixo de cobertura, pode se estar fazendo a coisa errada de forma errada, ou fazendo a coisa certa de forma errada, ou fazendo a coisa errada de forma certa, pois a cobertura não tem o objetivo de dar direção, mas proteção, pois a própria semântica da palavra traz esta conotação. Isto significa que uma pessoa pode estar sob cobertura espiritual, e ao mesmo tempo pode estar agindo de forma equivocada, perdendo seu tempo, não produzindo resultados e sendo destruída. Como no exemplo do soldado sendo protegido, a cobertura apenas garante uma limitada segurança contra algum inimigo que é viso e percebido pela cobertura, mas não dá garantia de se estar trilhando o caminho correto.
Cobertura ou Fundamento?
Quando a chuva cair, os rios transbordarem e os ventos sobrarem, não adianta termos um bom telhado (cobertura) em uma casa para que ela não caia, mas como a palavra de Deus diz, temos que ter um bom fundamento. A maior proteção que uma pessoa pode ter para que tenha estabilidade, é estar alicerçada sobre um bom fundamento (Mt 7:24-27). O fundamento por si só faz o trabalho de proteção contra as muitas águas, os fortes ventos e as tempestades, circunstâncias estas criadas pelo inimigo para destruir nossas vidas. O fundamento é que traz a segurança e proteção que a maioria dos cristãos espera encontrar em uma “cobertura”. Se quisermos ser vencedores temos que correr desesperadamente atrás de um bom fundamento e não atrás de uma boa cobertura.

A “Cobertura Espiritual” como fonte de altivez
Hoje se tem falado muito sobre “cobertura espiritual”. Porém, infelizmente, no meio daqueles que são sinceros, honestos e querem verdadeiramente ser obedientes a Deus, há alguns que querem alguém com quem possam se aliançar e, através desta aliança, alcançar projeção e visibilidade no meio eclesiástico. Querem que suas “coberturas” sejam pessoas famosas e de prestígio, para serem vistos com aqueles que são importantes. Outro dia ouvi falar de um caso onde um pastor estava desesperadamente querendo conhecer aquele que por muitos anos ele dizia ser sua cobertura.
Por outro lado também tenho visto pessoas oferecendo “cobertura espiritual” como se fosse um negócio, para poderem dizer aos outros que tem uma grande quantidade de pessoas debaixo de sua “cobertura”, o que os tornam mais importantes e influentes. Transformaram o amor num negócio. De fato, a questão de “cobertura espiritual”, em muitos casos, tem se tornado um meio de expressar soberba, altivez, orgulho e arrogância. Não foi este o plano de Deus para a arquitetura das linhas de autoridade na igreja.
A construção da igreja (e de nossas vidas) deve ser baseada num projeto
Se quisermos edificar uma casa de forma segura, correta e que subsista ao tempo temos que buscar engenheiros e arquitetos que farão um projeto e nos darão sábias orientações que servirão de base para construirmos. Da mesma forma quanto a igreja. Se quisermos edificar a igreja de forma correta e segura e que subsista as intempéries espirituais temos que seguir a orientação de exímios arquitetos ou construtores espirituais. Não basta termos um bom telhado (cobertura) para que uma edificação subsista ao tempo. Temos que ter um bom projeto. Temos que ter uma boa base.
Deus deu capacitação sobrenatural a algumas pessoas para serem estes arquitetos espirituais de sua igreja, ou seja, pessoas dotadas com aptidões espirituais para fazerem o projeto e darem orientações sábias que sirvam de base para se edificar a igreja. Se não tivéssemos pessoas com estes dons na igreja, estaríamos em sérios problemas, pois cada um construiria conforme seu pensamento, sem sabedoria e entendimento, o que resultaria em uma igreja edificada de forma irresponsável que não suportaria aos terremotos da vida.
Quem são os arquitetos espirituais da igreja?
O apóstolo Paulo escreveu que “segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamento como prudente construtor; e outro edifica sobre ele” (I Co 3:10). A palavra grega traduzida como construtor é ARCHITEKTON, de onde deriva a palavra arquiteto. Um arquiteto é uma pessoa cuja profissão é preparar projetos para edificações e exercer a superintendência geral em sua construção. Um arquiteto faz projetos de estruturas complexas, e orienta como edificá-las. Ele planeja e constrói para alcançar resultados desejados. Ele faz projetos e tem estratégias definidas em como construir.
Paulo se auto identificava como um arquiteto espiritual. Ele reconhecia que não era apenas um simples arquiteto, porém, como escreveu, ele se intitulava como sendo um prudente arquiteto. A palavra grega usada para prudente significa alguém perito em sua atividade. Uma pessoa experiente e sábia naquilo que faz. Isto significa que Paulo tinha aptidões diferenciadas dadas por Deus (dons) para estabelecer as bases arquitetônicas da igreja. Aquilo que Paulo ensinava era um projeto espiritual com as devidas estratégias para edificação da igreja. Seus ensinamentos explicavam como Paulo, através de seus atributos especiais, ou seja, através da graça que Deus lhe havia concedida, recebera revelação e havia concebido a igreja. Os ensinamentos apostólicos eram projetos espirituais com suas devidas estratégias para trazer a cabo estes planos. Esta é uma das principais funções apostólicas.
Quem quiser andar num modelo verdadeiramente bíblico precisa estar construindo sobre as bases apostólicas. São os apóstolos que receberam a função e os dons necessários para estabelecerem os fundamentos, ou seja, as bases arquitetônicas da igreja. Quem construir fora destas bases estará fora da concepção de funcionamento que Deus fez para sua igreja. A segurança está em construir sobre as bases corretas e não apenas ter a cobertura correta. Desta forma, a verdadeira “cobertura espiritual” é construir sobre os fundamentos apostólico-proféticos.

Como visto nas edições anteriores, quando se fala em “cobertura espiritual” sobretudo fala-se em fundamento apostólico. “Cobertura espiritual” sem entendimento claro do que é “fundamento apostólico” é como querer construir uma casa sem que se saiba o que é o alicerce. A Bíblia diz que “com a sabedoria edifica-se a casa, e com a inteligência ela se firma” (Pv 24:3). Na Bíblia a casa é figura da vida de uma pessoa ou da igreja. Tomando este verso de Provérbios pode-se dizer que para se edificar a vida de uma pessoa ou para se edificar uma igreja local é necessário sobretudo de sabedoria e não somente boas intenções.
Toda estrutura de uma casa depende de seu fundamento. Quanto mais forte o fundamento maior a possibilidade de se edificar um grande edifício sobre ele. Quem constrói sem fundamento é como se estivesse construindo sem alicerces. Logo quando soprarem os ventos a casa cairá.
Por isso a Bíblia dá tanta ênfase ao fundamento, pois dele depende toda estrutura de uma “casa”. Se uma pessoa ou uma igreja não está bem fundamentada, ela não tem estrutura para suportar as dificuldades que virão, nem terá capacidade de crescer para se tornar uma grande obra.
O que é o Fundamento na Bíblia?
Se quisermos receber ou dar o que se chama hoje de “cobertura espiritual” para edificarmos a vida de pessoas e  igrejas locais temos que ter em mente muito claramente de que se constitui o fundamento. Ao observarmos na Palavra de Deus, vemos que o fundamento é constituído de vários componentes:
Jesus é o fundamento. I Co 3:11 diz: “porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo”. Jesus é o fundamento da igreja. A construção de uma casa (vida ou igreja) começa pelo fundamento. Nos tempos bíblicos, a pedra angular era a primeira pedra colocada em um vértice do fundamento de um prédio e esta pedra tornava-se o referencial para construção de toda edificação. Toda construção partia desta pedra. Todas medidas partiam desta pedra. Ela era o início e a base de tudo. A bíblia nos diz que “ele mesmo, Cristo Jesus, é a pedra angular” (Ef 2:20, I Pe 2:7).
Doutrinas Básicas fazem parte do fundamento. Hb 6:1-2 nos diz: “deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até a perfeição, não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras mortas e de fé em Deus, e da doutrina dos batismos, e da imposição das mãos, e da ressurreição dos mortos, e do juízo eterno. Existem certas doutrinas básicas que fazem parte de nosso fundamento. Estes ensinamentos são básicos e não podem ser removidos da base da igreja. Ninguém tem o direito de mexer ou retirar algum deles com o risco de toda casa cair.
Os Apóstolos e Profetas também são o fundamento. A função de Jesus no fundamento da igreja é única. Ele é a pedra angular. A pedra angular é apenas uma parte do fundamento. Se Jesus é a pedra angular do alicerce ele não é todo fundamento. Como vimos, as doutrinas básicas também fazem parte do fundamento da igreja. Jesus tem uma função específica e única no fundamento, mas não exclusiva. Além de Jesus, os ensinamentos que partem dele, da pedra angular, também fazem parte do fundamento. Da mesma forma, os apóstolos e profetas que também partem dele igualmente fazem parte do fundamento da igreja. A Palavra de Deus diz: “edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular” (Ef 2:20). Uma das poucas vezes que Jesus falou a respeito da igreja ele afirmou ao apóstolo Pedro: “eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mt 16:18). Temos aqui dois entendimentos:
Os próprios apóstolos e profetas são o fundamentos. No livro de Apocalipse o apóstolo João nos fala a respeito da nova Jerusalém: “a muralha da cidade tinha doze fundamentos, e estavam sobre estes os doze nomes dos doze apóstolos do Cordeiro” (Ap 21:14). Além de Jesus especificamente dizer que sobre Pedro (literalmente pedra, rocha) seria edificada a igreja, também no livro de Apocalipse nos é exemplificado que o fundamento da muralha da nova Jerusalém tinha o nome dos 12 apóstolos do Cordeiro. O significado dos apóstolos e profetas serem o fundamento está em que eles são as estruturas fortes da igreja visível que sustentam no cotidiano a sua força, estatura, expansão e caráter.
Os ensinamentos apostólicos são o fundamento. O apóstolo Paulo escreveu: “segundo a graça de Deus que me foi dada, lancei o fundamentocomo prudente construtor; e outro edifica sobre ele.” Paulo estabeleceu ensinamentos como fundamento para que outros edifiquem sobre estas bases. Os ensinamentos apostólicos também faziam parte do fundamento da igreja primitiva.
Conforme havíamos visto nas edições anteriores, Jesus é a pedra angular do fundamento da igreja de onde parte todo edifício (I Co 3:11, Ef 2:20, I Pe 2:7). As doutrinas básicas (Hb 6:1-2) e as pessoas e ensinamentos dos apóstolos e profetas (Ef 2:20), que tem origem na própria pessoa de Jesus que é a pedra angular, também são parte do fundamento da igreja. A pessoa de Jesus e as doutrinas básicas é algo claramente entendido e aceito na igreja, porém o entendimento de que os apóstolos e profetas com seus ensinamentos também fazem parte do fundamento da igreja é algo novo. Com base neste entendimento está toda compreensão bíblica daquilo que chamamos hoje de “cobertura espiritual”. Por isso vamos nos deter mais pormenorizadamente neste ponto.
Apóstolos e Profetas como Fundamento da Igreja
Observemos o que o apóstolo Paulo escreve em sua carta aos Romanos: "esforçando-me, deste modo, por pregar o evangelho, não onde Cristo já fora anunciado, para não edificar sobre fundamento alheio" (Rm 15:20). Através deste texto podemos entender algumas coisas que nos ajudarão a compreender a respeito do que significa o fundamento apostólico.
Primeiro, através deste texto entendemos que havia diferentes fundamentos. Paulo fala de um fundamento alheio, ou seja, um fundamento que não pertencia a ele, um fundamento de outro apóstolo e/ou profeta (pois eram os apóstolos e/ou profetas que estabeleciam fundamentos na igreja conforme Ef 2:20).  Entendemos então que na igreja primitiva havia o fundamento de Paulo e o fundamento de outros apóstolos e profetas, ou seja, havia muitos fundamentos apostólico-proféticos.
Segundo, este fundamento, diferente do de Paulo, também era cristão, uma vez que provinha da pregação do evangelho.
Terceiro, Paulo não escreveu que este fundamento alheio ao dele tinha algo de errado. Pelo contrário. Ele dava liberdade para continuar a se expandir livremente onde havia sido estabelecido, sem fazer nenhuma advertência ou objeção. Além disto, ele se sentia confortável que o evangelho estivesse sendo pregado daquela forma naquele lugar ao ponto de não permanecer naquele território, partindo para outros lugares onde o evangelho ainda não havia sido pregado. Se houvesse alguma coisa errada, ele certamente faria alguma advertência, tentaria colocar as coisas em ordem ou permaneceria naquele lugar para pregar seu fundamento (se considerasse que o fundamento que ele pregava fosse o único correto e aceitável).
Através deste texto entendemos que havia alguma diferença ente um apóstolo e outro no que tange ao que pregavam. Não eram diferenças que comprometiam o puro evangelho, a fé ou as doutrinas bíblicas, porém eram diferenças individuais que diferenciavam um apóstolo de outro. Diante disto, surge a pergunta: o que são estes fundamentos apostólico-proféticos? Antes de explicar o que são os fundamentos apostólico-proféticos, gostaria de explicar o que eles não são:
1. O fundamento apostólico-profético não é uma nova doutrina que venha complementar ou substituir as Escrituras. Aquilo que foi estabelecido no canon bíblico é insubstituível e completo. Ninguém poderá acrescentar ou tirar nada. “Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro” (Ap 22:18-19).
2. O fundamento apostólico profético não é uma nova invenção baseada em alguma elucidação humana (II Pe 1:20). Ou seja, não é algo que saiu do nada, sem base nenhuma e que leva a alguma lugar diferente daquele que as Escrituras nos levam.
Aquilo que outros apóstolos pregavam e que era diferente, mas aceitável, comparando-se àquilo que Paulo pregava, é o que chamo de “ensinamentos apostólicos”.  O que, então, são estes ensinamentos apostólicos que fazem parte do fundamento da igreja, que diferenciava de um apóstolo de outro na igreja primitiva?
Para introduzir esta questão quero dar um pequeno exemplo: veja a diferença das estratégias da igreja de Jerusalém e da igreja de Antioquia. Eram completamente diferentes. Estavam sendo edificadas sobre algumas premissas radicalmente distintas. Tinham bases de entendimento diversas. Tinham alguma parte do fundamento diferenciado uma da outra. Nisto percebemos que existiam diferenças nos fundamentos que determinavam a forma diferenciada de como trabalhavam. Este será o tema da próxima edição.
A Missão, os Princípios e a Visão da Igreja
Nas Escrituras Deus nos deixou revelado, entre tantas outras coisas, qual "a missão" da igreja, ou seja, "o que" sua igreja deveria fazer. A missão representa "a razão da sua existência". A missão confere à igreja a sua verdadeira identidade e propósito. A missão da igreja determina  porquê a igreja existe.
Muitos pastores dizem que a visão de sua Igreja é alcançar os perdidos e discipulá-los e enviá-los. Esta não é a visão de nenhuma Igreja. Esta é amissão de todas as Igrejas. Nenhuma Igreja pode ter uma missão muito diferente desta, pois se assim fosse não seria uma igreja bíblica. Isto é o que as Escrituras dizem ser a missão de todas as Igrejas e não de uma igreja especificamente.
Além das Escrituras terem registrado a missão da igreja, Deus também nos deixou registrado os "princípios" em como cumprirmos com esta missão. Ele não nos deixou registrado especificamente o "como" cumprirmos com a missão, mas sim os "princípios" em como cumprirmos com a missão. Se Ele tivesse estabelecido os "comos" especificamente, talvez estivéssemos nos reunindo em catacumbas e nunca teríamos entrado nos meios de comunicação da atualidade.
Para exemplificar. A comunhão é um princípio, porém como praticamos a comunhão muda de geração em geração. A oração é um princípio, porém como oramos muda de uma cultura para outra.
Os "princípios" não mudam com o tempo ou com as novas tecnologias disponíveis. Porém, "como" especificamente aplicamos estes princípios nas diversas épocas e culturas, muda consideravelmente. Os princípios devem ser contextualizados dentro da cultura e dos recursos disponíveis e aplicados de acordo com a situação. O "como" aplicamos os princípios da Palavra na cultura e tempo que vivemos é o que chamamos atualmente de "visão".
A “visão” de trabalho é baseada nos princípios estabelecidos desde a antiguidade no cânon bíblico e é tarefa dos apóstolos fundacionais da atualidade trazer esta visão para igreja. A visão de trabalho é o fundamento sobre o qual as igrejas apostólicas trabalham.
A Visão Procede de Revelação e Entendimento
Pedro recebeu revelação dos céus que Jesus era o Cristo, o Filho de Deus. Jesus disse que sobre esta rocha (a revelação e entendimento de Jesus Cristo como Filho de Deus), Ele edificaria sua igreja (Mt 16:18).
A igreja é edificada sobre a rocha da revelação e entendimento. Revelação e entendimento é o fundamento sobre a qual a igreja é estabelecida. Sem revelação apostólica, a igreja não pode ser edificada corretamente.
Diferentes apóstolos são enviados a pregarem diferentes revelações. Existem apóstolos de fé, libertação, prosperidade, etc. Também existem apóstolos que estabelecem uma visão prática de trabalho sobre a qual a igreja é estabelecida. Mesmo que hajam diferentes mensagens reveladas para diferentes apóstolos, estas revelações são fundacionais. A mensagem do apóstolo estabelece um forte fundamento sobre o qual os santos devem alicerçar suas vidas e a igreja deve ser edificada.
A Verdadeira Cobertura Espiritual
Finalizando. Dar cobertura espiritual a alguém ou a uma igreja é estabelecer os fundamentos sobre os quais estas pessoas ou igrejas são edificadas. Estar debaixo de cobertura é andar na visão estabelecida pelo apóstolo. Quem não está edificando sobre a revelação e entendimento apostólico (visão apostólica), está fora de cobertura espiritual.
Ap.Patrick Lima